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outubro 12, 2015
Grupo de estudos online: “Pós-produção” de Nicolas Bourriaud no Coletivo 2e1
'Pós-produção' mostra ao leitor como entender e interpretar as novas manifestações artísticas em nossa época, abordando as relações entre a cultura, em geral, e a obra, em particular. Todas essas práticas, embora muito diferentes em termos formais, recorrem a formas já produzidas. Elas inscrevem a obra de arte numa rede de signos e significações, em vez de considerá-la como forma autônoma ou original. (sinopse da Livraria Cultura)
Serão 5 encontros online, a partir da terça-feira 13/10, acontecendo a cada 15 dias, de 15h às 18h. Cada encontro tem 3 horas e quem não pode estar ao vivo tem acesso à gravação dos encontros.
13 de outubro a 8 de dezembro de 2015, terças-feiras quinzenais, 15-18h
Ateliê Coletivo 2E1
Inscrições por email
SOBRE O LIVRO
Fabio Cypriano em sua resenha publicada na Folha por ocasião do lançamento em 2009 diz: O livro "Pós-Produção", mais recente, continua o raciocínio de "Estética Relacional" sob nova ótica. Enquanto no primeiro volume o foco está no aspecto de convivência e interação da arte contemporânea, o segundo trata das formas de saber que constituem essa produção, especialmente aquelas vinculadas à estrutura em rede da internet, que geram um infinito campo de pesquisa para os artistas. Assim, as práticas contemporâneas não estariam mais preocupadas com a ideia de original, singular, e sim em como reorganizar elementos já existentes, dando a eles novos sentidos, o que, obviamente, tem uma relação forte com os "ready-mades" de Marcel Duchamp, cuja "virtude primordial", segundo o autor, é o estabelecimento de "uma equivalência entre escolher e fabricar, entre consumir e produzir". (ler mais)
INVESTIMENTO
Quem quer fazer apenas esta parte do grupo de estudos, o pacote tem valor de R$ 395,00 (que pode ser pago em duas de R$ 197,50).
Quer se inscrever no Grupo de Estudos completo? O valor do pagamento mensal é de R$ 300,00. Saiba mais aqui.
Para garantir sua vaga, deposite o valor na conta (abaixo) e envie o comprovante de depósito por email.
Banco Itaú
Agência: 8792
Conta Corrente: 21400-2
Em nome de: Coletivo 2E1 Produções e Treinamentos Ltda.
CNPJ – 07.362.720/0001-46
outubro 4, 2015
19º Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil | Panoramas do Sul: Encontros e conversas
19º Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil | Panoramas do Sul
Encontros e conversas
Quatro conjuntos de atividades exploram o conteúdo das exposições do Festival: o Seminário Lugares e sentidos da arte: debates a partir do Sul, que reflete sobre as possibilidades de alargamento das categorias da arte na contemporaneidade, as Oficinas, sessões práticas de exercício de linguagens; os Encontros e conversas, oportunidades informais de troca; e as Ações de Mediação conduzidas pelos educadores do Festival. A programação envolve artistas participantes das exposições e convidados, entre curadores, pesquisadores, e representantes de instituições parceiras, além dos educadores.
7 de outubro de 2015 a 9 de janeiro de 2016
Galpão VB, Paço das Artes e Sesc Pompeia
São Paulo, SP
PROGRAMAÇÃO
7 de outubro, quarta-feira, 13h45
Visita com Rodrigo Matheus
Local: Sesc Pompeia - Galpão
8 de outubro, quinta-feira, 11-12h30
Tilting Axis 1.5
Local: Sesc Pompeia - Teatro
Participantes: Annalee Davis (Barbados), Holly Bynoe (São Vicente e Granadinas), María Elena Ortiz (Porto Rico), Mario Caro (Colômbia), N’Goné Fall (Senegal)
O 19º Festival recebe a plataforma de discussão Tilting Axis, voltada a promover maior proximidade e articulação entre profissionais que trabalham em iniciativas e instituições geridas por artistas na região caribenha, além de construir e redefinir relações históricas com o Norte e estabelecer diálogo com redes fortes que emergem no Sul global. Recém-fundada, em Barbados, a plataforma apresenta suas propostas e metodologia.
9 de outubro, sexta-feira, 17-18h30
Encontro com rede de residências
Local: Galpão VB
Participantes: A-I-R Laboratory (Polônia), Arquetopia (México), Delfina Foundation (Reino Unido), Djerassi Resident Artists Program (EUA), Kooshk Residency (Irã), Kyoto Art Center (Japão), Red Gate Residency (China), Residência Vila Sul (Brasil), Wexner Center for the Arts (EUA)
Representantes das residências artísticas parceiras do 19º Festival se colocam à disposição para conversar com o público sobre seus programas.
4 e 5 de novembro, quarta e quinta-feira, 13-16h
Leitura de portfólios
Local: Galpão VB
Participantes: Clara Ianni (Brasil), Débora Bolsoni (Brasil), Felipe Bittencourt (Brasil), Rodolpho Parigi (Brasil)
Alguns dos artistas selecionados para o Festival recebem artistas previamente inscritos para compartilhar sua própria pesquisa e trajetória. Em grupo, os convidados refletem sobre o processo, linguagem e pesquisas dos artistas inscritos.
Para participar: artistas interessados devem enviar portfólio (em pdf), entre os dias 6 e 23 de outubro, para o e-mail
Para assistir: Retirada de senha 1h antes no próprio local. Vagas limitadas.
14 de novembro e 9 de janeiro, sábados, 16h
Visitas à exposição Quem nasce pra aventura não toma outro rumo – Obras do Acervo Videobrasil
Local: Paço das Artes
Com Diego Matos (Brasil), coordenador de Arquivo e Pesquisa do Videobrasil e curador da exposição Quem Nasce Pra Aventura Não Toma Outro Rumo – Obras do Acervo Videobrasil.
Roteiro 1 (14/11/2015): Brasil, São Paulo – um lugar para a partida
Roteiro 2 (09/01/2016): O vídeo na arena política da arte
Para participar: Inscrições pelo email ou pelo telefone 11-3814-4832. Vagas limitadas.
25 de novembro, quarta-feira, 20h
Mesa de lançamento do Caderno Sesc_Videobrasil 11: Aliança de corpos vulneráveis
Local: Sesc Pompeia - Teatro
Participantes: Julia Bryan-Wilson (EUA), Miguel Angel Lopez (Peru), Teté Martinho (Brasil)
Com edição do curador peruano Miguel Angel Lopez, o novo número da revista anual de arte contemporânea Caderno Sesc_Videobrasil observa como o feminismo e o ativismo queer, entre outras formas de contestação crítica fundadas no corpo, estão transformando os discursos tradicionais da história da arte. Na mesa de lançamento, o editor e a pesquisadora norte-americana Julia Bryan-Wilson discutem a relação entre arte e teoria do feminismo.
PARTICIPANTES
Annalee Davis (Barbados) é artista e codiretora da plataforma de arte contemporânea Fresh Milk.
Clara Ianni (Brasil) é artista visual, bacharel em artes visuais pela Universidade de São Paulo, 2010, e mestre em Visual and Media Anthropology pela Freie Universität, Berlim, Alemanha, 2013.
Débora Bolsoni (Brasil) é artista visual, mestre em poéticas visuais pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, 2014.
Diego Matos (Brasil) é coordenador de Arquivo e Pesquisa do Videobrasil e curador da exposição Quem Nasce Pra Aventura Não Toma Outro Rumo – Obras Do Acervo Videobrasil.
Felipe Bittencourt (Brasil) é ator e artista visual, bacharel em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, 2007, com especialização em Fotografia pela Escola Panamericana de Arte e Design, 2010.
Holly Bynoe (São Vicente e Granadinas) é ensaísta e curadora-chefe da National Art Gallery das Bahamas.
Julia Bryan-Wilson (EUA) é professora associada de Arte Moderna e Contemporânea na Universidade da Califórnia (Berkeley). Crítica de arte, publicou amplamente sobre feminismo e questões queer.
María Elena Ortiz (Porto Rico) é curadora-assistente no Pérez Art Museum de Miami.
Mario Caro (Colômbia) é pesquisador, curador e crítico de arte contemporânea. Preside a rede de residências artísticas Res Artis.
Miguel Angel Lopez (Peru) é curador e diretor artístico do Teor/éti- ca, espaço de arte contemporânea em San José, Costa Rica.
N’Goné Fall (Senegal) é curadora e crítica. Foi curadora-convidada da Bienal de Dacar de 2002.
Rodolpho Parigi (Brasil) é artista visual, bacharel em artes plásticas pela FAAP, São Paulo. Desenvolve trabalhos com desenho, pintura, instalação e performance.
Rodrigo Matheus (Brasil) bacharel em artes pela Universidade de São Paulo (São Paulo) e mestre em escultura pelo Royal College of Art (Londres). Fez mostras individuais na Fundação Manuel Antônio da Mota (Porto, 2013), no Museu de Arte da Pampulha (Belo Horizonte, 2004) e no Cen- tro Cultural São Paulo (2004), entre outras.
Teté Martinho (Brasil) é jornalista e coordenadora de publicações da Associação Cultural Videobrasil.
LOCAIS
Galpão VB
Av. Imperatriz Leopoldina 1150, Vila Leopoldina, São Paulo, SP
Paço das Artes
Av. da Universidade 1, Cidade Universitária, São Paulo, SP
Sesc Pompeia
Rua Clélia 93, Pompeia, São Paulo, SP
19º Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil | Panoramas do Sul: Seminário Lugares e sentidos na arte: debates a partir do Sul
19º Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil | Panoramas do Sul
Seminário Lugares e sentidos na arte: debates a partir do Sul
O Seminário, com curadoria e mediação de Sabrina Moura, busca expandir questões centrais trazidas pelas exposições que compõem o 19º Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil. Em diálogo com o programa de estudos Observatório do Sul, iniciado em maio de 2015 em parceria com o Goethe-Institut, o seminário discutirá a expansão da arte como campo produtor de conhecimento. Com a proposta de repensar suas tradições, espaços de circulação, narrativas e histórias, dialogaremos com pensadores, escritores e artistas em quatro encontros ao longo do mês de outubro.
Participantes: Abdoulaye Konaté (Mali), Andrea Giunta (Argentina), Art Museu (Tóquio), Berhanu Ashagrie Deribew (Etiópia), Cristiano Lenhardt (Brasil), Dor Guez (Israel), Gabriel Abrantes (Portugal), Gerardo Mosquera (Cuba), Hoor Al-Qasimi (Sharjah), Júlia Rebouças (Brasil), Júlio Pimentel (Brasil), Karol Radziszewski (Polônia), Keli Safia-Maksud (Quênia), N’Goné Fall (Senegal), Ntone Edjabe (Camarões), Roy Dib (Líbano), Tânia Rivera (Brasil), Till Fellrath (Suíça), Ting-Ting Cheng (Taiwan)
7 a 29 de outubro de 2015
Sesc Pompeia - Teatro
Rua Clélia 93, Pompeia, São Paulo, SP
Retirada de ingressos 1h antes no próprio local. Vagas limitadas.
PROGRAMA
7 de outubro, quarta-feira, 11-13h30
Mesa 1 - Repensar tradições: arte, gesto e contemporaneidade
Participantes: Abdoulaye Konaté (Mali), Art Museu (Tóquio), Júlia Rebouças (Brasil), N’Goné Fall, Roy Dib (Senegal)
A noção de arte contemporânea responde a um sistema específico, respaldado por práticas, atores e instituições determinados. Ao longo do século 20, com a “desmaterialização” da obra de arte, novas linguagens passam a coexistir com objetos artísticos de naturezas diversas, muitos associados a tradições do passado. Em meio às múltiplas temporalidades partilhadas pelo presente, qual o sentido de uma suposta ideia de superação? Se o contemporâneo abrange, sobretudo, o agora, como repensar e alargar as categorias da arte?
10 de outubro, sábado, 14-16h30
Mesa 2 - Repensar espaços: arte, usos e cotidiano
Participantes: Berhanu Ashagrie Deribew (Etiópia), Hoor Al-Qasimi (Sharjah), Keli Safia-Maksud (Quênia), Till Fellrath (Suíça)
Fora dos espaços institucionais, a arte adentra o cotidiano e interfere na forma de perceber o mundo. Para além de práticas educativas formatadas, a criação artística converte-se em um poderoso instrumento de produção de sentidos, conhecimento e pensamento crítico. Quais lugares a arte ocupa hoje? Quais usos a obra de arte nos sugere? Após o encontro, será lançado o livro Panoramas do Sul | Leituras | Perspectivas para outras geografias do pensamento.
22 de outubro, quinta-feira, 14-16h
Mesa 3 - Repensar narrativas: arte, memória e ficção
Participantes: Andrea Giunta (Argentina), Gabriel Abrantes (Portugal), Júlio Pimentel (Brasil), Tânia Rivera (Brasil), Ting-Ting Cheng (Taiwan)
Aberta a múltiplas interpretações e percepções, a ficção permite extrapolar a linearidade narrativa em direção a outras lógicas sensoriais. A dimensão ficcional da literatura libera o narrador para outras maneiras de contar histórias e elaborar trajetórias pessoais ou coletivas. A mesa discute a criação que, destituída de prova ou documento, busca cruzamentos de palavras e imagens que permitam escapar de um mundo reduzido ao visível e entrar no campo da imaginação.
29 de outubro, quinta-feira, 14-16h
Mesa 4 - Repensar o tempo: arte, silêncios e histórias
Participantes: Dor Guez (Israel), Cristiano Lenhardt (Brasil), Gerardo Mosquera (Cuba), Karol Radziszewski (Polônia), Ntone Edjabe (Camarões)
Imersa em contexturas marcadas pelos dilemas da história, a esfera da arte exprime inevitavelmente as relações que formam o tecido social. Seus discursos, silêncios ou denúncias revelam as tensões entre aquilo que desejamos lembrar ou esquecer. O encontro debate práticas de pensadores e artistas que buscam desestabilizar (ou reiterar) as forças políticas limitadoras dos campos da história e da memória.
PARTICIPANTES
Abdoulaye Konaté (Mali) é artista visual. Premiado na Dak’Art Biennale de 1996, participou da documenta 12 (2007) e expôs no Centre Georges Pompidou (Paris) e no Mori
Andrea Giunta (Argentina) é curadora e professora de arte latino-americana na Universidade de Buenos Aires e na Universidade de Austin, no Texas.
Art Museu (Tóquio). Há dez anos, dirige o Conservatoire des Arts et Métiers Multimédia em Bamako.
Berhanu Ashagrie Deribew (Etiópia) é artista e diretor da Escola de Belas-Artes e Design da Universidade de Adis Abeba.
Cristiano Lenhardt (Brasil) é artista. Seus trabalhos questionam os limites da realidade comumente aceitos, confrontando-os criticamente com outras possibilidades de existência.
Dor Guez (Israel) é artista visual, diretor do departamento de fotografia da Bezalel Academy of Arts and Design, Jerusalém, Israel, professor e pesquisador associado à Tel Aviv University, Faculty of the Arts, no mesmo país.
Gabriel Abrantes (Portugal) é cineasta, artista visual e professor, atuante entre o cinema, a instalação e a pintura.
Gerardo Mosquera (Cuba) é crítico e curador. Foi cofundador da Bienal de Havana e curador do New Museum de Nova York.
Hoor Al-Qasimi (Sharjah) é artista e presidente da Sharjah Art Foundation, responsável pela Bienal de Sharjah.
Júlia Rebouças (Brasil) integra a comissão curadora do 19º Festival.
Júlio Pimentel (Brasil) é livre docente em história social pela Universidade de São Paulo.
Karol Radziszewski (Polônia) é artista, curador e publisher da revista DIK Fagazine.
Keli Safia-Maksud (Quênia) é artista. Agencia objetos e emblemas comuns ao imaginário criado a partir das conturbadas relações históricas entre Europa e África, desvelando clichês subjacentes à concepção de africanidade.
N’Goné Fall (Senegal) é curadora e crítica. Foi curadora-convidada da Bienal de Dacar de 2002.
Ntone Edjabe (Camarões) é jornalista e DJ. Criou e edita a plataforma curatorial e editorial Chimurenga.
Roy Dib (Líbano) É artista visual e crítico de arte. Concluiu mestrado em estudos teatrais e performance pela Lebanese University, Beirute, Líbano, em 2004. Atua com filme, vídeo e videoinstalação.
Tânia Rivera (Brasil) é ensaísta, psicanalista e professora do Departamento de Arte da Universidade Federal Fluminense.
Till Fellrath (Suíça) é curador e cofundador, com Sam Bardaouil (Líbano), da plataforma curatorial multidisciplinar Art Reoriented.
Ting-Ting Cheng (Taiwan) é artista. Trabalha com vídeo, fotografia e instalação. Sua obra discute as relações entre texto, imagem e língua, e de que forma configuram noções de identidade, pertencimento e cultura.