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setembro 25, 2019

CANAL NO TUBO Out—Lines: a websérie inédita da SP-Arte

A websérie Out—Lines é um dos projetos inéditos em torno da comemoração dos quinze anos de SP-Arte. O que mudou no circuito das artes visuais deste tempo para cá? Onde chegamos e para qual direção estamos seguindo?

Realizada em parceria com a Planalto, a websérie gira em torno de debates que contornam o circuito artístico e que encontram um momento de boom durante os dias de Festival. Dirigida em tom informal e provocativo, Out—Lines reúne depoimentos de importantes galeristas, artistas, curadores e colecionadores, distribuídos em seis episódios lançados ao longo do ano.

Primeiro episódio: “Jovens galerias em curto-circuito”

Este é o tema de estreia de Out—Lines, série de vídeos exclusiva da SP-Arte.

Neste primeiro episódio, galeristas e artistas que têm atraído a atenção nos últimos anos comentam os desafios de sua prática e as relações estabelecidas no circuito das artes visuais. Com entrevistas de: Maria Montero (galerista) e Dalton Paula (artista), Sé Galeria, Jaqueline Martins (galerista) e Ana Mazzei (artista), Galeria Jaqueline Martins, e Gustavo Nóbrega (galerista), da Galeria Superfície.

Segundo episódio: "Mercado e instituição"

O segundo episódio de Out—Lines, série de vídeos exclusiva da SP-Arte, discute os desafios que envolvem a sustentação comercial dos museus e as relações possíveis com o mercado. Como as instituições podem trabalhar seus acervos com liberdade e de maneira sustentável? Com entrevistas de: Laura Belém (artista visual), Pedro Barbosa (colecionador), Juliana Sá (Masp) e Valéria Piccoli (curadora da Pinacoteca).

Terceiro episódio: "Performance e colecionismo"

Como a recepção de uma performance é influenciada pelo contexto em que acontece? Como os artistas pensam os vestígios e os registros dessas ações? É possível reencenar uma performance? Como comercializar performance?

Essas foram algumas questões que nortearam o terceiro episódio de Out—Lines, “Performance e colecionismo”, que aborda as particularidades desta linguagem artística e sua potência crítica em relação ao mercado de arte. Com depoimentos de Marcos Gallon (curador) e Maurício Ianês (artista), Vermelho, Pedro Barbosa (colecionador) e Valéria Piccoli (curadora da Pinacoteca).

Quarto episódio: "Fotografia – modos de fazer"

No mês em que se realiza a SP-Foto, o quarto episódio de OUT—LINES é dedicado às múltiplas formas que a fotografia assume na produção artística contemporânea.

A partir do depoimento de artistas com distintas práticas fotográficas, o episódio discute o lugar desta linguagem dentro da arte contemporânea e os desafios para o circuito em assimilar novos paradigmas e outros discursos. Com depoimentos dos artistas Sebastião Salgado (Galeria Mario Cohen), Giselle Beiguelman (Verve Galeria), Letícia Ramos (Mendes Wood DM) e Aline Motta.

Publicado por Patricia Canetti às 1:33 PM


setembro 22, 2019

CANAL NO TUBO Entrevista com Katinka Bock no Canal Pivô

A artista alemã Katinka Bock fala sobre a sua exposição individual Avalanche no Canal Pivô. A conversa entre a artista e a curadora da exposição, Fernanda Brenner, aconteceu durante a montagem da exposição recém inaugurada na instituição. Bock visitou São Paulo três vezes, onde desenvolveu sua pesquisa e criou quarenta obras inéditas, todas em estreito diálogo com o edifício Copan e seu entorno.

Avalanche segue em cartaz até 9 de novembro, com entrada franca.

Paris-based German artist Katinka Bock talks about the process of making the solo exhibition Avalanche, recently opened in Pivô. The conversation between the artist and the curator Fernanda Brenner was carried during the installation of the show. Bock visited São Paulo three times, and developed a thorough research around Edifício Copan and its surroundings, culminating in 40 new works all produced in Brazil.

Avalanche is on view until November 9th. Free entry.

Nosso Canal no Tubo está no YouTube - www.canalcontemporaneo.tv

Publicado por Patricia Canetti às 8:04 AM


junho 3, 2019

CANAL NO TUBO Giselle Beiguelman - Estéticas da Memória no Séc. 21

CANAL NO TUBO - www.canalcontemporaneo.tv
A artista Giselle Beiguelman apresenta as suas instalações Chacina da Luz e Monumento Nenhum e o debate Relações entre arte, patrimônio e cidade, com a participação de Agnaldo Farias, Renato Cymbalista e Marcos Cartum.

A artista Giselle Beiguelman apresenta as instalações Chacina da Luz e Monumento Nenhum, no Museu da Cidade de São Paulo (04/05 até 01/09), e o debate Relações entre arte, patrimônio e cidade, na programação do ciclo Diálogos do Museu, com a participação dos críticos convidados da exposição, Agnaldo Farias e Renato Cymbalista, e moderação do Diretor do Museu, Marcos Cartum.

A lista consta de uma reportagem do Canal Arte 1, uma apresentação e registros do debate sobre as instalações; e do registro da projeção no vão livre do Masp, do projeto masp.etc.br.

A seguir as descrições dos vídeos do canal Estéticas da Memória no Séc. 21 FAUUSP:

Reportagem do Canal Arte 1 sobre as instalações Chacina da Luz e Monumento Nenhum no Museu da Cidade de São Paulo. De 04/05 até 01/09.

A artista Giselle Beiguelman apresenta a instalação Chacina da Luz, em exposição no Museu da Cidade de 04/05 a 01/09

Por ocasião da realização das instalações Monumento Nenhum e Chacina da Luz, de Giselle Beiguelman, no Beco do Pinto e no Solar da Marquesa de Santos, o Museu da Cidade de São Paulo apresenta o debate Relações entre arte, patrimônio e cidade, na programação do ciclo Diálogos do Museu. Com a participação dos críticos convidados da exposição, Agnaldo Farias e Renato Cymbalista, e moderação do Diretor do Museu, Marcos Cartum, o encontro expande as questões colocadas pelas instalações, discutindo as estéticas e estratégias da arte no espaço público e suas redes de diálogo e tensão com as políticas públicas de memória.

O projeto masp.etc.br é uma produção colaborativa de imagens que teve como resultado uma projeção no vão livre do Masp, aqui entendido como um espaço simbólico: um campo dos confrontos e encontros da nossa história recente e que vai muito além do Museu. Para tanto, partimos de uma ampla varredura da produção estética da Paulista, incorporando registros, áudio e vídeo, de seus performers, ambulantes, artesãos, manifestantes, monumentos, moradores de rua, câmeras de vigilância etc. Todo registro é feito no Instagram com a hashtag #maspetcbr. Uma primeira intervenção foi feita no dia 11 de maio como resultado de uma Oficina realizada no Masp, no contexto da exposição Avenida Paulista. Realização: Grupo de Pesquisa Estéticas da Memória no Século 21 - Laboratório para OUTROS Urbanismos FAUUSP.

Publicado por Patricia Canetti às 10:04 AM


dezembro 2, 2018

6ª Pesquisa Setorial analisa o mercado de arte contemporânea brasileiro

A Associação Brasileira de Arte Contemporânea - ABACT, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos - Apex-Brasil, lança em 30 de novembro de 2018 os resultados da 6a edição da Pesquisa Setorial - o mercado de arte contemporânea no Brasil, desenvolvida no âmbito das ações do projeto setorial Latitude – Platform for Brazilian Art Galleries Abroad.

Esta 6a edição da Pesquisa foi conduzida por Silvia Finguerut, responsável pela área cultural da FGV Projetos da Fundação Getúlio Vargas, e mede o desempenho de parte do mercado de arte contemporânea brasileira a partir de dados fornecidos pelas galerias associadas à ABACT, participantes do Projeto Latitude, referentes ao ano-exercício de 2017. A estrutura da pesquisa e metodologia aplicada seguem os padrões das edições anteriores, o estudo traz uma análise de gestão, governança, da relação das galerias com os artistas e desempenho financeiro do setor. Quanto à metodologia aplicada, trata-se de uma pesquisa do tipo quantitativa. As 45 galerias que participaram da pesquisa responderam um formulário digital, durante o mês de agosto de 2018.

A título de contextualização nacional e internacional, além dessa base, a equipe da FGV anexou dados gerais sobre o setor, disponíveis na internet e outros meios, uma pesquisa foi feita com 10 galerias internacionais e, por fim, utilizou dados da pesquisa UBS/Art Basel Report 2018.

Para Luciana Brito, presidente da ABACT, “a Pesquisa Setorial é uma ferramenta essencial para nortear a continuidade das atividades do setor em nível global, orientando o conjunto de ações de apoio à exportação a serem propostas no curto, médio e longo prazo".

Dados da 6ª Pesquisa Setorial - o mercado de arte contemporânea no Brasil

A média do número de colaboradores por galeria participante da pesquisa é 8,91. Dessas, 86% mantiveram ou aumentaram o número de colaboradores. O item que mais onera os custos das galerias, segundo a pesquisa, é a participação em feiras, o que corresponde a 20% das despesas, seguido de folha de pagamento (18%), impostos (14%) e gastos com infraestrutura (13%). Os principais obstáculos ao setor apontados pelos galeristas são o alto custo para a participação em feiras, mencionado por 76%, além da instabilidade econômica do país (62%) e carga tributária (49%).

O mercado de arte contemporânea brasileira superou o período recessivo anterior. Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços - MDIC, as exportações definitivas e temporárias de obras de arte e antiguidades somaram US$ 153 milhões em 2017, sendo que as galerias participantes do Projeto Latitude (associadas à ABACT) responsáveis por US$ 65 milhões, cerca de 42% do total. Para 49% das galerias o volume comercializado aumentou, para 16% delas manteve-se o mesmo patamar de vendas, e para 36% diminuiu.

Com relação ao balanço das vendas, a terça parte das galerias opera na faixa de até R$ 1 milhão, outro terço vende de R$ 1 milhão até R$ 3,6 milhões e 37%, superior a R$ 3,6 milhões. No ano de 2017, foram comercializadas mais de 6 mil obras de arte, tendo cada galeria vendido em média 49 pinturas, 32 esculturas, 23 fotografias, 10 desenhos, 4 instalações e 2 vídeos.

As galerias organizaram, em média, 5,76 exposições individuais, sendo que 40% delas realizaram de 5 a 7 exposições e 29%, de 3 a 4. Quanto às coletivas, estas têm em média 1,82 exposições anuais por galeria.

A participação em feiras nacionais ficou na média de 2,24 por galeria em 2017, sendo que 62% delas participaram de 1 a 2 feiras; 28% de 3 a 5 feiras; e apenas 4% das galerias não participaram de nenhuma. Nas feiras nacionais 63% das galerias tiveram lucro, 16% prejuízo, 12% não tiveram lucro nem prejuízo, 7% retorno indireto de vendas.

Quanto às feiras internacionais, as galerias associadas à ABACT participaram de uma média de 2,47 feiras. 33% das galerias participaram de 1 a 3 feiras, 20% participaram de 4 a 5 feiras e 4 % de 6 a 7 feiras. 38% delas não participaram de nenhuma feira internacional, enquanto 38% das galerias não participaram de nenhuma. Nas feiras internacionais, o balanço da participação foi o seguinte: 41% tiveram lucro, 37% prejuízo, 15% não tiveram lucro nem prejuízo.

As vendas de obras de arte são prioritariamente realizadas no mercado nacional (81%). Apenas 19% do volume total de vendas diz respeito ao mer¬cado internacional, que se concentra nos Estados Unidos (71%), Inglaterra (18%), Espanha (16%), Colômbia (13%) e França (11%). Quase a totalidade das galerias (96%) par¬ticipou de feiras nacionais em 2017 e mais da metade (60%) par¬ticipou de feiras internacionais.

A clientela das galerias tem predomínio dos colecionadores brasileiros (64%), coleções corporativas estrangeiras (15%), colecionadores privados estrangeiros (14%), arquitetos, decoradores e art advisors (12%). As instituições internacionais que mais adquiriram obras das galerias são: Centro Georges Pompidou (17 obras); Private Institutions - New York (10), MOMA NYC (10), Marrakech Museum (6), Art Jameel (4) e Chicago Art Museum (3).

“O mercado de arte contemporânea brasileiro está cada vez mais amadurecido e vem crescendo, seja nacional ou internacionalmente”, conclui Silvia Finguerut, coordenadora geral da pesquisa.

Acesse a Pesquisa Setorial atual e as anteriores.

Latitude - Platform for Brazilian Art Galleries Abroad

É um programa desenvolvido por meio de uma parceria firmada entre a Associação Brasileira de Arte Contemporânea - ABACT, e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos - Apex-Brasil, para promover a internacionalização do mercado brasileiro de arte contemporânea. Criado em 2007, conta hoje com 51 galerias de arte do mercado primário, localizadas em sete estados brasileiros e Distrito Federal, que representam mais de 1000 artistas contemporâneos. Seu objetivo é criar oportunidades de negócios de arte no exterior, fundamentalmente através de ações de capacitação, apoio à inserção internacional e promoção comercial e cultural.

Histórico

Nestes dez anos de atuação, o número de empresas participantes do Latitude cresceu de 5 para 51, contando com as galerias mais profissionalizadas do Brasil. Para atender ao influxo de novas galerias associadas, muitas delas iniciando seu processo de internacionalização, as ações desenvolvidas diversificaram-se e se tornaram mais complexas, por isso são oferecidas às galerias participantes um sofisticado programa de mais de 7 modalidades de ações.

Desde abril de 2011, quando a ABACT assume o convênio com a Apex-Brasil, foram realizadas 48 ações em mais de 26 diferentes feiras internacionais, com aproximadamente 300 apoios concedidos a galerias Latitude. Neste mesmo período, foram trazidos ao Brasil aproximadamente 200 convidados internacionais, entre curadores, colecionadores e profissionais do mercado, em 20 edições de Art Immersion Trips. Além dessas ações, o Latitude realizou cinco edições de sua Pesquisa Setorial, com dados anuais sobre o mercado primário de arte contemporânea brasileira.

Publicado por Patricia Canetti às 10:19 AM


outubro 23, 2017

CANAL NO TUBO Palestras de Georges Didi-Huberman em português

CANAL NO TUBO - www.canalcontemporaneo.tv

Aproveitamos a publicação do vídeo da palestra de Didi-Huberman no Sesc Pinheiros, para lançar uma lista com palestras legendadas ou com áudio em português.

Conferência de Georges Didi-Huberman Não há levantes sem sons (músicas, hinos) e sem imagens… Eles são inventados, brandidos a qualquer custo, apesar das dificuldades a serem enfrentadas. A conferência tentará fazer um pequeno percurso dessa inventividade sem fim.

Georges Didi-Huberman, nascido em Saint-Étienne, em 1953, é um dos grandes intelectuais franceses de sua geração. Professor na École des Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris, é autor de dezenas de livros, cujas reflexões abrangem desde a filosofia da imagem à história da arte, passando pelo cinema e pela literatura.

Assista aqui com áudio original em francês.

As outras duas palestras são: Cinema e poesia: Godard face a Pasolini, por Georges Didi-Huberman (29 de março de 2014 no Museu de Serralves, no Porto) e do Memória dos Fantasmas - Simpósio Imagens, Sintomas e Anacronismos (28 de maio de 2013 no Museu de Arte do Rio).

Publicado por Patricia Canetti às 6:06 PM