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março 10, 2019

Congresso de Ensino/ Aprendizagem das Artes na América Latina no Sesc Vila Mariana, São Paulo

Idealizado pela educadora Ana Mae Barbosa, o "Congresso de Ensino/Aprendizagem das Artes na América Latina: Colonialismo e Questões de Gênero" pretende intensificar e ampliar a reflexão e as ações de combate à colonização cultural, econômica, educacional e emocional enfrentada pelos países da América Latina. Por meio de conferências, mesas temáticas e debates, o objetivo é valorizar nossa cultura e nossa história, incluindo as questões de raça, gênero e classe, com vistas à formação de cidadãos conscientes de seu papel na sociedade, através do diálogo dos diversos agentes envolvidos com o ensino e aprendizagem de arte, participantes de instituições de ensino e pesquisa e de instituições culturais.

23 a 25 de abril de 2019

Sesc Vila Mariana
Rua Pelotas 141, São Paulo, SP

PROGRAMAÇÃO (sujeita à alteração)

Terça-feira (23/4)
9h30 - Credenciamento

10h - Abertura com homenagem a Victor Kon.
Com Ana Mae Barbosa e Salomon Azar

10h30: Conferência “Colonialismo versus diálogo internacional. Como evitar a imposição de ideias fora do lugar?”
Com Ramon Cabrera (Cuba)

12h - Intervalo

13h30 às 15h30 - Mesas
Mesa 1: “O Colonialismo Cultural e emocional aliado a questões de gênero, raça, classe social e códigos hegemônicos de Cultura”.
Com Fabio Rodrigues (Brasil), Vitória Amaral (Brasil) e Nora Merlin (Argentina)
Mesa 2: “Epistemologias Pedagógicas Decolonizadoras”.
Com Fernanda P. Cunha (Brasil), Eduardo Moura (Brasil), Patricia Raquimán (Chile)

16h às 19h - Debates
Debate 1 (Parte I): “Colonialismo versus diálogo internacional. Como evitar a imposição de ideias fora do lugar? O Colonialismo Cultural e emocional aliado a questões de gênero, raça, classe social e códigos hegemônicos de Cultura”
Debate 2 (Parte I): “Que História da Arte queremos conhecer e que História do Ensino da Arte estamos construindo? O que aprendemos a respeito das diferenças entre polivalência e interdisciplinaridade?”
Debate 3 (Parte I): “De que revolução em Arte/Educação estamos precisando? Advocacia das artes no nosso sistema disciplinar de ensino: de que maneira defender as Artes como componentes obrigatórios”

19h às 20h - Ações Poéticas (programação integrada)

Quarta-feira (24/4)
9h30 - Credenciamento

10h às 12h - Mesas
Mesa 1: “Que História da Arte queremos conhecer e que história do Ensino da Arte estamos construindo?”. Com Renata Felinto (Brasil), Pedro Pablo Gómez (Colômbia) e Luis Errázuriz (Chile)
Mesa 2: “Leitura da Imagem não Europeia”. Com Juliana Bevilacqua (Brasil), Rocio Polania (Colômbia) e Mirella dos Santos Maria (Brasil)

12h - Intervalo

13h30 às 15h30 - Conferência "Criança se nasce": as crianças e a cidade
Com Chiqui González (Argentina)

16h às 19h - Debates
Debate 1 (Parte II): “Colonialismo versus diálogo internacional. Como evitar a imposição de ideias fora do lugar? O Colonialismo Cultural e emocional aliado a questões de gênero, raça, classe social e códigos hegemônicos de Cultura”
Debate 2 (Parte II): “Que História da Arte queremos conhecer e que História do Ensino da Arte estamos construindo? O que aprendemos a respeito das diferenças entre polivalência e interdisciplinaridade?”
Debate 3 (Parte II): “De que revolução em Arte/Educação estamos precisando? Advocacia das artes no nosso sistema disciplinar de ensino: de que maneira defender as Artes como componentes obrigatórios”

19h às 20h - Ações Poéticas (programação integrada)

Quinta-feira (25/4)
9h30 às 10h - Credenciamento

10h às 12h - Mesas
Mesa 1: “Políticas culturais e consciência decolonial”. Com Mario Méndez (México), Ilana Goldstein (Brasil) e Ethel Batres (Guatemala)
Mesa 2: “Mulheres Pioneiras em Arte/Educação decolonizadora”. Com Amanda Pacotti (Argentina), Fernando Azevedo (Brasil) e Everson Melquíades (Brasil)

12h - Intervalo

13h30 às 15h30 - Conferência “De que revolução em Arte/Educação estamos precisando?”.
Com Luis Camnitzer (Uruguai)

16h - Plenária

Para conhecer mais sobre os convidados do Congresso, acesse as minibiografias dos participantes nacionais e internacionais.

INSCRIÇÕES

Inscreva-se aqui
Os participantes poderão enviar contribuições (opcional) para os debates. Para saber mais, acesse aqui.
O envio de contribuição não corresponde à inscrição no Congresso.

Informações importantes
- Inscrições sujeitas à disponibilidades de vagas;
- Os valores correspondem à inscrição para o Congresso como um todo;
- Cada participante deverá optar por 1 entre as 2 mesas simultâneas a cada dia, e por 1 entre os 3 temas de debates com encontros sequenciais divididos em 2 dias;

ORGANIZADORES

Ana Mae Barbosa
É educadora, professora, pesquisadora e escritora. É pioneira nos estudos de arte e educação no Brasil. Possui graduação em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (1960), mestrado em Art Education - Southern Connecticut State College (1974) e doutorado em Humanistic Education na Boston University (1978). Atualmente é professora titular aposentada da Universidade de São Paulo (USP) e professora da Universidade Anhembi Morumbi. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Arte/Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino da arte e contextos metodológicos, história do ensino da arte e do desenho, ensino do design, administração de arte, interculturalidade, pedagogia visual, estudos de museus de arte, mediação cultural e estudos visuais.

Conselho Latino-americano de Educação pela Arte (CLEA)
Criado em 1984, durante o 25º Congresso Mundial da Sociedade Internacional de Educação Através da Arte (InSEA), no Rio de Janeiro. As principais bases de atuação e metas do CLEA são criar um espaço de intercâmbio latino-americano de colaboração e ajuda mútua entre organizações de diferentes países membros do Conselho, buscando o resgate da identidade latino-americana; procurar linhas de ação que correspondam às raízes e desenvolvimento histórico da América Latina, no sentido de compreender criticamente a nossa realidade para transformá-la criativamente; orientar trabalhos e pesquisas de acordo com o reconhecimento da identidade cultural; educar para a democracia e a construção da cidadania, incentivando, por meio de múltiplas formas que a arte oferece, a diversidade e a liberdade de expressão, assim como a capacidade crítica; identificar culturalmente, divulgando a obra do patrimônio artístico e cultural, nacional e latino-americano, para promover a valorização do acervo e o sentimento de pertencimento; alfabetizar esteticamente, para desenvolver a capacidade de perceber o mundo que nos rodeia por uma perspectiva sensível, ou seja, para além das considerações puramente práticas e utilitárias.

Acesse aqui sugestões de leituras para estimular os debates.

FONTE: Congresso de Ensino/Aprendizagem das Artes na América Latina: Colonialismo e Questões de Gênero

Publicado por Patricia Canetti às 3:26 PM


março 7, 2019

Curso Gêneros da Pintura com Fernanda Lopes na Anita Schwartz, Rio de Janeiro

A Anita Schwartz Galeria fez uma parceria com a Escola sem Sítio para a realização do curso sobre “Gêneros da Pintura”, com a crítica e curadora de arte Fernanda Lopes, nos meses de abril, maio e junho de 2019. Em cada mês, sempre às terças-feiras, das 18h às 20h, será abordado um dos gêneros presentes na pintura ao longo da história até os dias de hoje: retrato, paisagem e natureza-morta. O curso é direcionado a todos aqueles que queiram aprofundar seus conhecimentos em arte.

Inscrições até 2 de abril de 2019

Anita Schwartz Galeria de Arte
Rua José Roberto Macedo Soares 30, Gávea, Rio de Janeiro, RJ
Informações e inscrições pelo email escolasemsitio@gmail.com

MÓDULOS
Retrato – 9, 16 e 30 de abril
Paisagem – 7, 14, 21 e 28 de maio
Natureza-Morta – 4, 11, 18 e 25 de junho

Conversas sobre Retrato, Paisagem e Natureza-Morta: A cada encontro serão apresentadas as concepções originais/iniciais, e de como a arte moderna e a arte contemporânea (no Brasil e no exterior) se apropriam, subvertem, relativizam e ressignificam esses termos clássicos.

O curso se coloca como uma investigação sobre a história da arte a partir da prática e da definição dos gêneros clássicos da pintura: retrato, paisagem e natureza-morta. A predominância progressiva de tais gêneros pictóricos marca o abandono pelo mundo burguês emergente das temáticas icônico-religiosas em nome de uma pintura laico-secular em que a atenção do pintor passou a fixar-se na composição, no cromatismo e nos elementos estritamente pictóricos, que eclipsaram os grandes temas da arte desde a Renascença. As pinturas de gênero foram, portanto, fundamentais para a modernização da pintura, sendo essenciais para a sua renovação até o surgimento dos abstracionismos informal e geométrico no começo do século 20. A partir de um primeiro olhar histórico, as aulas, divididas em três módulos, pretendem traçar um panorama das transformações de cada um desses gêneros desde sua formação, passando pela modernidade, até hoje os dias de hoje, apontando caminhos possíveis de apropriação, subversão, relativização e ressignificação desses termos clássicos.

As inscrições vão até o próximo dia 2 de abril e devem ser feitas pelo email escolasemsitio@gmail.com, quando o interessado receberá informações sobre o pagamento. Cada módulo pode ser frequentado individualmente e o valor mensal é de R$350,00.

SOBRE FERNANDA LOPES
Fernanda Lopes (Rio de Janeiro, 1979) vive e trabalha no Rio de Janeiro. Doutora pelo Programa de Pós-Graduação da Escola de Belas Artes da UFRJ, Fernanda Lopes atua como curadora assistente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e da Escola sem Sítio. É organizadora, ao lado de Aristóteles A. Predebon, do livro “Francisco Bittencourt: Arte-Dinamite” (Tamanduá-Arte, 2016), e autora dos livros “Área Experimental: Lugar, Espaço e Dimensão do Experimental na Arte Brasileira dos Anos 1970” (Bolsa de Estímulo à Produção Crítica, MinC/Funarte, 2012) e “Éramos o time do Rei – A Experiência Rex” (Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça, Funarte, 2006). Entre as curadorias que vem realizando desde 2008 está a Sala Especial do Grupo Rex, na 29a Bienal de São Paulo (2010). Em 2017 recebeu, ao lado de Fernando Cocchiarale, o Prêmio Maria Eugênia Franco da Associação Brasileira dos Críticos de Arte 2016 pela curadoria de exposição “Em Polvorosa – Um panorama das coleções MAM Rio”.

SOBRE A ESCOLA SEM SÍTIO
A Escola sem Sítio é uma escola de ideias, que promove programas de cursos e ações culturais. Sua programação se conecta, oferecendo a possibilidade de uma ampla formação aos participantes, destinando-se tanto àqueles que buscam uma aproximação com a arte até aqueles que já atuam e procuram interlocução profissional.

A Escola, por meio de seus programas, procura refletir sobre as demandas e lacunas do sistema da arte, em seus aspectos dos campos da prática e da teoria, entendendo-os integrados, como parte de um grande universo de conhecimento. Exposições, rodas de conversas, palestras e outras atividades aderem aos conteúdos oferecidos nos diversos cursos. Todas as atividades têm uma reserva de vagas para bolsas, com o objetivo de contemplar aqueles que não possuem recursos para arcar com os custos financeiros dos programas.Os orientadores permanentes da Escola sem Sítio são artistas, arquitetos, curadores, educadores. Outros profissionais são convidados a cada programa atuando, também, como orientadores. O objetivo é oferecer aos participantes a maior diversidade de olhares e vozes sobre as questões emergentes.

São orientadores permanentes: Cadu (artista da Anita Schwartz Galeria), Efrain Almeida, Marcelo Campos e Tania Queiroz. Entre os orientadores convidados participam ou já participaram os artistas Anna Bella Geiger, Brígida Baltar, Erika Verzutti, Fernando Leite, Leda Catunda, Daniel Senise, Milton Machado, Paulo Vivacqua (artista da Anita Schwartz Galeria), Raul Mourão, Sandra Cinto. Dentre outros importantes profissionais do campo da arte integram ou já integraram curadores, arquitetos e pesquisadores como Agnaldo Farias, Bia Petrus, Cristina de Pádula, Daniela Labra, Guilherme Bueno, Ileana Pradilla, Leila Scaf, Fernanda Lopes e Ivair Reinaldim.

Publicado por Patricia Canetti às 5:44 PM


Encontro sobre Importação e exportação de obras de arte na Unibes Cutural, São Paulo

Projeto Latitude reúne especialistas em São Paulo para discutir casos concretos que ilustram as dificuldades do comércio internacional de arte. O encontro é gratuito e conta com a participação de Victor Gomes, advogado e despachante aduaneiro e Marcus Vinicius Benedeti, técnico do IPHAN, com mediação da pesquisadora Ana Letícia Fialho.

13 de março de 2019, quarta-feira, das 10 às 13 horas

Unibes Cultural
Rua Oscar Freire 2500, Pinheiros, São Paulo, SP
11-3065-4333
Inscrições online

O projeto Latitude – Platform for Brazilian Art Galleries Abroad promove no dia 13 de março, das 10 às 13 horas, na Unibes Cultural, em São Paulo, um encontro temático que abordará, de forma objetiva e com base em casos concretos, os procedimentos necessários para importação e exportação de obras de arte contemporânea. O encontro é gratuito e conta com a participação de Victor Gomes, advogado e despachante aduaneiro e Marcus Vinicius Benedeti, técnico do IPHAN, com mediação da pesquisadora Ana Letícia Fialho.

O evento faz parte do programa de capacitação do projeto Latitude, que prevê cinco encontros de março a julho, um por mês, todos na Unibes Cultural.

Victor Gomes
Advogado formado pela Faculdade de Direito da USP. Especializado em Direito Tributário, Comércio Exterior e Legislação Aduaneira. Presta assessoria e consultoria jurídica para artistas, galerias, colecionadores, produtores culturais, museus e outras instituições em questões jurídicas ligadas à produção, circulação e comercialização de objetos de arte, com ênfase na importação e exportação.

Marcus Vinicius Benedeti
Cientista Social (formado pela USP) e técnico do IPHAN desde 2006. Atua na área de bens móveis e integrados, sendo o responsável pela análise e autorização de saída de bens culturais (DSBC) e fiscalização de leilões e salões de arte. Também realiza fiscalização/vistoria de bens móveis, integrados e acervos tombados pelo IPHAN.

Latitude – Platform for Brazilian Art Galleries Abroad
É um programa desenvolvido por meio de uma parceria firmada entre a Associação Brasileira de Arte Contemporânea – ABACT e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil, para promover a internacionalização do mercado brasileiro de arte contemporânea. Criado em 2007, conta hoje com 50 galerias de arte do mercado primário, localizadas em sete estados brasileiros e Distrito Federal, que representam mais de 1000 artistas contemporâneos. Seu objetivo é criar oportunidades de negócios de arte no exterior, fundamentalmente através de ações de capacitação, apoio à inserção internacional e promoção comercial e cultural.

Publicado por Patricia Canetti às 5:27 PM


março 5, 2019

As artes decorativas no século XX: Curso no MAC USP, São Paulo

As artes decorativas no século XX: o problema do mural na era do funcionalismo

A aplicação de elementos artísticos em objetos do cotidiano apareceu ao final do século XIX, como resposta à rápida industrialização e consequente produção em massa. Desde então, o debate sobre o papel da arte e de seus criadores na qualificação da experiência de vida do homem moderno tem sido uma constante. Esse curso pretende debater o problema das artes decorativas e sua relação com as manifestações de arte e arquitetura modernas, a partir da análise do desenvolvimento das artes decorativas, desde o final do século XIX e dos movimentos do Arts and Crafts e do Art Nouveau, até a consolidação do design moderno de perfil funcionalista em meados do século XX.

Ministrante: Patrícia Martins Santos Freitas, doutora em História da Arte e Cultura pela Universidade Estadual de Campinas e pós-doutoranda no MAC USP; Coordenação: Profa. Dra. Ana Gonçalves Magalhães (MAC USP)

14 de março a 4 de abril, quintas-feiras, das 14 às 16 horas

MAC USP
Avenida Pedro Álvares Cabral 1301, Parque Ibirapuera, São Paulo, SP
Informações: 11-3091-3559
Gratuito, 30 vagas, por ordem de inscrição

Inscrições até 13 de março, às 17 horas por e-mail – cursosmac@usp.br (serão considerados somente os e-mails enviados dentro do período de inscrição) ou presencialmente na Secretaria Acadêmica do Museu (Rua da Praça do Relógio, 160-A, Cidade Universitária). O interessado deverá enviar ou entregar cópia do RG e número de telefone.

Publicado por Patricia Canetti às 11:29 AM


Mulheres artistas, questões atuais - Feminismo negro no MARGS, Porto Alegre

MARGS discute feminismo negro em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

8 de março de 2019, sexta-feira, às 15h

Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli MARGS - Auditório
Praça da Alfândega s/nº, Porto Alegre, RS
Terças a domingos, das 10h às 19h

No dia 8 de março, o Núcleo Educativo do MARGS promove, em referência ao Dia Internacional da Mulher, o encontro “Mulheres artistas, questões atuais”, que convida o público a uma reflexão sobre o feminismo negro.

A importância de se discutir o feminismo negro vem sendo evocada por vozes negras desde a primeira onda do feminismo, tornando-se pauta incontornável com a chamada terceira onda, que traz como questionamento a universalização da categoria “mulher” propondo uma reflexão a partir de intersecções como raça, orientação sexual e identidade de gênero.

Ao questionar o feminismo dito universal e a história única e ao nomear as opressões – que atingem duplamente as mulheres negras, uma vez que estão posicionadas na antítese da branquitude e da masculinidade –, o feminismo negro propõe pensar novas epistemologias, inscrever novas geografias, romper com determinadas relações de poder e construir novas formas de sociabilidade, entendendo que as diferenças não podem justificar as desigualdades.

Participam do encontro a coordenadora do Núcleo de Curadoria do MARGS, Izis Abreu, e a jornalista Carol Anchieta, que debaterão questões referentes à abordagem da imagem da mulher negra pela arte, cultura e comunicação, com mediação da coordenadora do Núcleo Educativo do MARGS, Carla Batista. A entrada é franca.

O projeto “Mulheres artistas, questões atuais” ocorre desde 2015 com participação de artistas e pesquisadores da arte, da história, da educação e da cultura que se reúnem para debater assuntos relevantes à questão da mulher e seu lugar na sociedade e no mundo da arte.

Participantes

Izis Abreu: "Silêncios rompidos: uma reflexão sobre a hipersexualização da mulher negra a partir da obra de Maria Lídia Magliani"

Izis Abreu é bacharela em História da Arte pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); mestranda em História, Teoria e Crítica de arte pelo Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da UFRGS; Coordenadora do Núcleo de Curadoria do Museu de Arte do Rio Grande do Sul – Ado Malagoli; Pesquisa as visibilidades e invisibilidades de artistas afrodescendentes no sistema da arte gaúcho, assim como as representações de indivíduos negros na história da arte no Brasil.

Carol Anchieta: "A importância da presença de mulheres negras na comunicação, arte e publicidade"

Carol Anchieta é jornalista, atuou como âncora e apresentadora em veículos como TV Unisinos, Canal Futura e no Projeto OCTO da RBS TV. Foi fanzineira, e colunista de hip hop, editora de texto no Programa Encontro com Fátima Bernardes e atualmente é repórter da editoria de arte, comportamento e diversidade do Jornal do Almoço da RBS TV. Acredita e luta pelo Feminismo Negro e é mestranda em Design Estratégico com foco em inovação social na Unisinos.

Publicado por Patricia Canetti às 11:16 AM