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setembro 13, 2018

Histórias Afro-atlânticas: Ciclo de conversas Onde estão xs negrxs? no ITO, São Paulo

O Ciclo de conversas "Onde estão xs negrxs?", convida poetas, artistas, dramaturgos, escritores, atores, advogados, historiadores, artevistas e filósofos a debaterem a atuação de profissionais negrxs em diversos setores da sociedade. O mote do ciclo teve origem na pergunta impressa na obra homônima do Coletivo Frente 3 de Fevereiro, uma bandeira estendida na fachada do Instituto Tomie Ohtake e no MASP como parte da exposição Histórias Afro-atlânticas.

18, 19 e 20 de setembro de 2018

Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima 201, Pinheiros, São Paulo, SP
Entrada pela Rua Coropés 88, Metrô mais próximo - Estação Faria Lima/Linha 4 - amarela
11-2245-1900

PROGRAMAÇÃO

18 de setembro, às 19h: Salloma Salomão, Allan da Rosa e Nabor Jr e Daniel Lima

Mediação: Hélio Menezes

Salloma Salomão Jovino da Silva é historiador, músico e performer, com 5 CDs lançados pelo selo Aruanda Mundi. É também autor de várias publicações, entre elas, Memórias Sonoras da Noite: Musicalidades africanas no Brasil, nas iconografias do século XIX (Educ, 2002). Possui graduação, mestrado e doutorado em História pela PUC-SP. É professor no Centro Universitário Fundação Santo André e consultor da Secretaria de Educação do Município de São Paulo. Atualmente, pesquisa teatralidades e dramaturgias negras.

Allan da Rosa é escritor, pedagogo e angoleiro, autor das ficções "Reza de Mãe", "Zumbi Assombra Quem?" e "Da Cabula", entre outros trabalhos premiados em poesia e prosa. Compôs também a obra "Pedagoginga, Autonomia e Mocambagem", ensaio sobre praxis em cultura negra e educação popular e anti-racista. Assinou dramaturgias com companhias de teatro, entre elas a Cia Espanca! (MG) e Os Crespos (SP). Historiador, mestre e doutorando em Educação pela USP, onde estuda Ancestralidade, Imaginário e Cotidiano Negro em São Paulo e nas Américas, já realizou oficinas, recitais, palestras em Cuba, Moçambique, EUA, México, Bolívia, Colômbia e Argentina. Criador do selo "Edições Toró", atua no movimento de literatura das periferias paulistanas e com Educação de Jovens e Adultos há 15 anos.

Nabor Jr. é fundador e diretor da revista “O Menelick 2º Ato”. Jornalista especializado em jornalismo cultural e fotógrafo, atua também como editor da revista “Legítima Defesa – Uma revista de Teatro Negro” e é membro do Núcleo de Comunicação do Museu Afro Brasil.

Daniel Lima (Frente 3 de Fevereiro)

A Frente 3 de Fevereiro é um grupo transdisciplinar de pesquisa e ação direta acerca do racismo na sociedade brasileira. Sua abordagem cria novas leituras e coloca em contexto dados que chegam à população de maneira fragmentada através dos meios de comunicação. As ações diretas criam novas formas de manifestação acerca de questões raciais.

19 de setembro, às 19h: Erica Malunguinho, Daniel Teixeira e Joice Berth

Mediação: Jordana Braz

Erica Malunguinho é artevista, transativista, pretativista, mobilizadora cultural e educadora. Mestra em Estética e História da Arte. Trabalhou como educadora, agente cultural e na formação de gestores e professores. É idealizadora e gestora do quilombo urbano “Aparelha Luzia”, território de artes, culturas e políticas pretas, também visível como instalação estético-política, zona de afetividades e bioma de inteligências pretas. Produz trabalhos em múltiplas linguagens artísticas.

Joice Berth é arquiteta e urbanista, escritora, assessora parlamentar, pesquisa sobre Direito a Cidade com foco em gênero e raça, autora do livro “O que é Empoderamento?” da Coleção Feminismos Plurais.

Daniel Teixeira é advogado e diretor de projetos do CEERT - Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades; especializado em Direitos Difusos e Coletivos pela Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo(PUC/SP); foi pesquisador-visitante da Faculdade de Direito da Universidade de Columbia, em Nova Iorque; e Fellow do Public Interest Law Institute, em Budapeste. É conferencista no Brasil e internacionalmente e co-autor dos livros “Discriminação racial é sinônimo de maus-tratos: a importância do ECA para crianças negras” e “Diversidade nas empresas e equidade racial”.

20 de setembro, às 19h: Elisa Lucinda, José Fernando Peixoto de Azevedo e Ana Maria Gonçalves

Mediação: Lilia Schwarcz

Elisa Lucinda é poeta, atriz, jornalista, professora e cantora. Possui dezessete livros publicados, dentre os quais a Coleção amigo oculto, de livros infanto juvenis, que lhe rendeu, em 2002, o prêmio Altamente Recomendável (FNLIJ) por “A menina transparente”. A multiartista encena e circula muito de sua obra pelos palcos brasileiros e estrangeiros, e comemora o reconhecimento de ser uma das escritoras que mais popularizam a poesia em nosso tempo... Seu primeiro romance “Fernando Pessoa, o Cavaleiro de Nada”, uma autobiografia do poeta, foi finalista no Prêmio São Paulo de Literatura 2015.

José Fernando Peixoto de Azevedo é professor na Escola de Arte Dramática e no Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Estudou cinema, possui graduação e doutorado em Filosofia pelo Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.. Atua como pesquisador nas áreas de história e estética do teatro brasileiro e do teatro negro, além de estética e filosofia contemporânea. Foi fundador, dramaturgo e diretor do Teatro de Narradores e é colaborador do grupo de teatro negro Os Crespos, além de outros coletivos teatrais como o Chai-na (Isto é um negro?). Atua também como curador. Dirigiu o espetáculo “Navalha na Carne Negra” e publicou, pela editora n-1, o volume da coleção Pandemia intitulado “Eu, um crioulo”.

Ana Maria Gonçalves nasceu em Ibiá, MG, em 1970. Trabalhou com Publicidade até 2001, quando se mudou para a Ilha de Itaparica e escreveu “Ao lado e à margem do que sentes por mim” e “Um defeito de cor” (Editora Record), ganhador do Prêmio Casa de las Américas (Cuba, 2007). Já publicou em Portugal, Itália e nos EUA, onde ministrou cursos e palestras sobre relações raciais e fez residência em universidades como Tulane, Stanford e Middlebury. Mora em São Paulo, onde escreve também para teatro, cinema e televisão.

Publicado por Patricia Canetti às 9:18 AM


setembro 11, 2018

Ciclo de Debates Agreste Telúrico no Museu do Barro, Caruaru

O agreste, o barro e suas subjetividades em debate

Ciclo de Debates Agreste Telúrico, realizado a partir do dia 13, em Caruaru, se propõe a discutir o papel da Bienal do Barro do Brasil enquanto projeto e também refletir sobre história, arte e memória

Entre os dias 13 e 15 de setembro, o Museu do Barro de Caruaru vai sediar o projeto Agreste Telúrico, idealizado pelo artista Carlos Mélo, com patrocínio do Funcultura. A proposta é realizar um ciclo de palestras e performances que possam ampliar as discussões levantadas na primeira Bienal do Barro do Brasil, “Água mole, pedra dura”, realizada em 2014, e também a importância da mostra para a região e suas repercussões.

A proposta é ir além do debate da Bienal do Barro enquanto projeto, se constituindo como um espaço de reflexões sobre as relações do barro, da tradição, da memória, da história com a arte contemporânea, sobre o lugar dos artesãos e sobre o cenário cultural do agreste pernambucano. A intenção é problematizar as questões conceituais e simbólicas levantadas pela Bienal, assim como da região, cuja tradição cultural vem dessa matéria-prima, o barro, que possibilitou a fama de ícones como os mestres Vitalino e Galdino.

A primeira Bienal do Barro foi motivada pelo interesse de levar a arte contemporânea até uma região onde a tradição e a matéria são os constituintes principais da produção artística. “Quando comecei a pensar a bienal, lá atrás, existia uma dúvida se chamaria o evento realmente de bienal, devido ao desgaste da palavra. Mas como era a primeira, optei por manter esse nome, numa espécie de contravenção. Criei essa mostra que pretendia discutir a questão do barro, indo além da cerâmica. Agora, voltamos a falar sobre a necessidade e a finalidade de uma bienal e o porquê de ter uma em que o barro seja o ponto central de reflexão”, pontua Carlos Mélo.

O ciclo de debates também aposta, assim como a bienal, na descentralização, invertendo o fluxo. As bienais acontecem geralmente nas capitais, aqui ela foi deslocada para o interior e é no seu local de realização que ela também será debatida e pensada. “Uma vez que a bienal só faz sentido se estiver em total conexão com os interesses da comunidade, e possa assim criar condições, não só para o resgate da tradição, mas também para propor em sua continuidade a ampliação e produção de novos sentidos”, defende Mélo.

No primeiro dia do evento, o mote da discussão será “Por que uma Bienal?”, com a participação de Raphael Fonseca (RJ), que foi o curador da primeira edição da mostra, e de Marcus Lontra (SP), outro nome de destaque na cena curatorial brasileira. Para tornar o diálogo mais profícuo, a mesa será composta por três mediadores de Pernambuco, a diretora do Museu do Barro de Caruaru, Maria Amélia, e pelos artistas Sonia Costa e Abel Carvalho (PE). Sonia Costa aproveitará o espaço do evento para fazer uma instalação com cabaças, ainda sem título, e apresentará a performance Sopro. A artista vai aproveitar a passagem por Caruaru para realizar também um vídeo performance. O pernambucano Abel Carvalho também vai apresentar trabalhos que refletem sobre memória, pertencimento e história.

No segundo encontro, dia 14, o anagrama Agreste/Resgate, trabalhado recorrentemente por Carlos Mélo em suas obras, vai suscitar questões relativas ao lugar, sua história, memória e tradição, e contará com a participação de Mélo, dos artistas José Rufino (PB), Sonia Costa e Abel Carvalho (PE), e da professora e fotógrafa Juliana Leitão.

Fechando o ciclo, a pergunta que norteará os debates do terceiro dia será: “Por que uma Bienal do Barro?”. A proposta é que os artistas Sonia Costa, Carlos Mélo, Abel Carvalho e Marcelo Cidade (SP), junto com o jornalista e pesquisador Paulo Carvalho, discutam a simbologia do barro e o que ele representa como contribuição para a contemporaneidade. A ideia é que o artista Marcelo Cidade proponha um projeto para a próxima edição da Bienal do Barro do Brasil, cuja data ainda não está definida.

No dia 14, após a conversa, Mélo vai apresentar uma performance, que usará o anagrama Agreste/Resgate como eixo conceitual do projeto da Bienal do Barro. Curiosamente, a proposta da bienal se formou através de experiências com a palavra, no poema ‘ocorpobarroco’, outra instalação do artista, que foi fracionado em “o corpo, o barro e o oco”, como espécie de tripé poético. O barro virou uma bienal, o corpo e o oco são plataformas conceituais do trabalho do artista. A proposta da performance é compartilhar essa experiência, realizando uma reflexão sobre a arte hoje, como uma obra pode ser um projeto cultural, algo além do objeto artístico.

Entre a zona da mata e o sertão esse entre-lugar, que é o agreste. O “resgaste” proposto por Mélo é uma reconstrução da subjetividade de uma comunidade de artesãos e de uma região cuja fonte cultural é o barro. Com leituras de textos, exibição de vídeos e de obras, a performance acontecerá em vivo contato com as pessoas presentes. “Resgatar, não e trazer de volta, uma imagem ou um estereótipo ou um artístico. Nossa proposta é transcultural, ela pretende trazer diálogos cruzamentos, atualização de linguagem, um olhar contemporâneo sobre a cultura popular”, diz.

O projeto contará com ações de inclusão para portadores de deficiência. Haverá intérprete de Libras para as palestras e mesas.

13/9 - 14h - 18h: Palestra
Tema: Por que uma Bienal? Por que o modelo "Bienal" e como a Bienal do Barro contribui no contexto local, nacional e internacional.
Palestrantes: Marcus Lontra (SP) e Raphael Fonseca (RJ). Mediadores: Maria Amélia, Sonia Costa e Abel Carvalho (PE)

14/9 - 14h - 17h: Palestra
Tema: Agreste/Resgate. O anagrama Agreste/Resgate, suscita questões relativas ao lugar, sua história, memória e tradição.
Palestrantes: José Rufino (PB) e Carlos Mélo (PE). Mediadores: Juliana Leitão, Sonia Costa e Abel Carvalho (PE)

14/9 - 17h-18h: Performance de Carlos Mélo

15/9: Palestra
Tema: Por que uma Bienal do Barro? Qual a simbologia da matéria prima do Barro e o quê ela representa como contribuição para a contemporaneidade.
Palestrantes: Sonia Costa, Carlos Mélo e Marcelo Cidade (SP). Mediador: Abel Carvalho (PE) + Paulo Carvalho (PE)

Local: Museu do Barro de Caruaru
Praça Cel. José de Vasconcelos 100, Centro, Caruaru, PE
81-3727-7839 ou 3721-2545

Publicado por Patricia Canetti às 12:04 PM


setembro 6, 2018

Encontros sobre arte na Simone Cadinelli, Rio de Janeiro

A convite da galeria Simone Cadinelli Arte Contemporânea, a artista e professora Tania Queiroz coordena o projeto "Encontros sobre arte", uma série de palestras e conversas com profissionais e artistas, com foco na formação de público para a arte. O módulo 1 do programa aborda a arte contemporânea e tem como palestrantes Marcelo Campos, Felipe Scovino e Clarissa Diniz.

12 e 19 de setembro e 3 de outubro de 2018, quartas-feiras, das 18h30 às 20h30

Simone Cadinelli Arte Contemporânea
Rua Aníbal de Mendonça 171, Ipanema, Rio de Janeiro, RJ
21-3496-6821
Investimento: R$ 400,00

O primeiro módulo tem como objetivo criar uma aproximação dos participantes com repertório, obras e questões da arte contemporânea, a partir de apresentação de trabalhos de artistas da atualidade, tanto do cenário nacional quanto do internacional, além de breves leituras e apresentação de exposições. Também serão abordados assuntos como o contemporâneo e a arte, o objeto artístico indistinguível, o imaterial e o efêmero na contemporaneidade, entre outros, afirma Simone Cadinelli.

SOBRE OS PALESTRANTES

12 de setembro
Marcelo Campos é curador, crítico de arte, possui mestrado e doutorado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. É professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e diretor do Departamento Cultural da mesma universidade. Atua como curador do Museu de Arte do Rio. Criou e coordena a Escola sem Sítio.

19 de setembro
Felipe Scovino é professor da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Suas áreas de interesse são: curadoria; arte contemporânea, especialmente a produção artística brasileira relacionada aos anos 60 e 70, além de obras que tenham relação com os temas do silêncio e da imaterialidade. Atua também como crítico de arte e curador.

3 de outubro
Clarissa Diniz é crítica de arte, e professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Foi curadora do Museu de Arte do Rio de Janeiro desde sua inauguração até 2018, foi curadora assistente do Programa Rumos Artes Visuais2008/2009 (Instituto Itaú Cultural, São Paulo) e, entre 2008 e 2010, integrou o Grupo de Críticos do Centro Cultural São Paulo, CCSP.

Publicado por Patricia Canetti às 3:56 PM


setembro 2, 2018

Seminário e Curso de Formação em Mediação Cultural na Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre

O Seminário de Formação em Mediação acontece nos dias 5, 6 e 7 de outubro (de sexta a domingo), com entrada franca a todos os interessados, para fomentar os debates que cercam as práticas de mediação, experiência e acesso à arte e cultura. Já o Minicurso A Escola e o Museu, o Professor e o Mediador acontece nos dias 9, 10 e 11 de outubro (de terça a quinta-feira) e é destinado a profissionais da área de museologia, artistas, mediadores, curadores e professores.

Inscrições até o dia 30 de setembro de 2018

Fundação Iberê Camargo
Avenida Padre Cacique 2000, Praia de Belas, Porto Alegre, RS
Informações: 51-3247-8000 ou educativo@iberecamargo.org.br

O Programa Educativo da Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre/RS, realiza em outubro duas ações que têm por objetivo contribuir efetivamente para a formação de profissionais que atuam nos campos da arte e educação: o Seminário de Formação em Mediação e o Minicurso A Escola e o Museu, o Professor e o Mediador. As inscrições estão abertas.

As atividades vão contar com a presença do professor de Filosofia e Educação na Universidade de Barcelona (Espanha), Jorge Larrosa, especialista em mediação cultural. No dia 7, o professor realiza a conferência de encerramento do seminário, intitulada Renovar um mundo comum, que trata de aplicar à escola e ao museu a concepção arendtiana de educação como transmissão, comunicação e renovação do mundo. Após a conferência, Larrosa promove o lançamento de seus livros mais recentes sobre o ofício de professor. Os livros serão apresentados e comentados por profissionais da área de educação e educação artística.

O Seminário de Formação em Mediação acontece nos dias 5, 6 e 7 de outubro (de sexta a domingo), com entrada franca a todos os interessados, para fomentar os debates que cercam as práticas de mediação, experiência e acesso à arte e cultura. Além de Larrosa, participam do seminário Marcus Lontra - crítico de arte e curador independente, Zita Possamai – pós-doutora e professor no Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio e Daniela Name - curadora, crítica de arte, jornalista e professora (confira as informações e a programação no serviço abaixo).

Já o Minicurso A Escola e o Museu, o Professor e o Mediador acontece nos dias 9, 10 e 11 de outubro (de terça a quinta-feira) e é destinado a profissionais da área de museologia, artistas, mediadores, curadores e professores. Ministrado pelo professor Jorge Larrosa, o minicurso vai abordar temas como A mediação artística como artesania; Espaços, tempos, materialidades e práticas da mediação artística e O vocabulário do ofício de mediador. Para cada um dos três encontros serão indicados trechos de livros para leitura e, então, discutir semelhanças e diferenças entre a escola e o museu e entre o ofício de professor e o ofício de mediador (veja a programação e informações no serviço abaixo).

Sobre Jorge Larrosa

Os trabalhos de Jorge Larossa situam-se entre a filosofia, a literatura, o cinema e a educação. Seus principais temas de trabalho se relacionam entre a experiência, linguagem, subjetividade e educação, assim como a materialidade dos dispositivos artísticos, culturais e educativos. Pós- doutorado em Paris e Londres, Larossa é autor de vários livros e quase uma centena de artigos em revistas de diferentes países. Entre suas obras destacam-se a conferência “Experiência e Educação” no curso “Arte e Mediações” (29ª Bienal de São Paulo, 2011), o projeto teatral “Ensaios Ignorantes” (com Juliana Jardim, SESC Interlagos, São Paulo, 2011), a curadoria de “Palavra Muda” (projeto teatral com Zebba Dalfarra, Ausgang Teatro e a Escola de Artes Cênicas da Universidade de São Paulo, 2013), a residência artística “Palavra Muda” (no 7º Festival de Dança Interação e Conectividade, Salvador/ Bahia, 2013), o curso “Bens públicos / bens comuns - Arte, educação e acessibilidade” (31ª Bienal de São Paulo, 2014), e a direção do Laboratório "Mais Diferenças de Experimentação e Educação e Cultura Inclusiva" (desde 2013).

Programação Seminário de Formação em Mediação - Dias 5, 6 e 7 de outubro (sexta a domingo)

Dia 5 de outubro, sexta - O que é, para que serve e para quem é o museu?
14h - Credenciamento
14h30 - Seminário Por um Museu Acessível como Ponto de Partida, Marcus Lontra
16h - Coffee Break
16h30 - Oficina de práticas em mediação, com Programa Educativo da Fundação Iberê
18h - Seminário Museu, História e Formação, com Zita Possamai
20h - Encerramento

Dia 6 de outubro, sábado - Quem faz o museu?
14h - Credenciamento
14h30 – Palestra Curadoria, educativo e critica de arte, com Daniela Name
16h - Coffee Break
16h30 - Conversa Afetividade e Formação de novos públicos, com Programa Educativo da Fundação Iberê
18h - Apresentação musical no Átrio da Fundação Iberê
19h - Encerramento

Dia 7 de outubro, domingo - Para onde vai o museu?
14h - Credenciamento
14h30 - Seminário Renovar um mundo comum, com Jorge Larrosa
18h - Encerramento e entrega de certificados

Número de vagas: 100
Inscrições até o dia 30 de setembro (ou enquanto houver vagas), pelo site www.iberecamargo.org.br
Entrada franca

Programação Curso A Escola e o Museu, o Professor e o Mediador - Dias 9, 10 e 11 de outubro

Dia 09 - Das 14h às 17h - A mediação artística como artesania
Dia 10 - Das 14h às 17h - Espaços, tempos, materialidades e práticas da mediação artística
Dia 11 - Das 14h às 17h - O vocabulário do ofício de mediador

Número de vagas: 30
Inscrições até o dia 30 de setembro neste link
Valor: R$ 350,00

Publicado por Patricia Canetti às 12:12 PM


V Seminário Internacional ARTE!Brasileiros no Auditório Ibirapuera, São Paulo

V Seminário Internacional ARTE!Brasileiros: Arte Além da Arte

O tema “Arte além da Arte” será abordado por artistas, sociólogos, acadêmicos, curadores, diretores de bienais, museus, fundações e diretores criativos de diversas bienais atuantes no período. A arte contemporânea impregna profundamente a produção artística dos últimos 50 anos. As mudanças e debates culturais acompanham avanços e retrocessos que envolvem o Século XXI.

6 de setembro de 2018, quinta-feira, 9h30

Auditório Ibirapuera
Av. Pedro Álvares Cabral, Parque do Ibirapuera, Portão 2, São Paulo, SP
Os ingressos serão distribuidos na bilheteria do auditório 1 hora antes da abertura. A distribuição será realizada por ordem de chegada sendo restrita a 2 unidades por pessoa.

O Seminário terá início às 9h30, com a projeção exclusiva da obra “AGAIN”, do artista alemão Mario Pfeifer, que estará presente para abrir o evento e debater o trabalho na sequência. A obra está em exibição na Bienal de Berlim e é uma imponente reflexão sobre o comportamento de países europeus junto aos imigrantes e cidadãos frente os enormes movimentos migratórios atuais.

O primeiro painel abordará o tema Geopolítica e Arte, com Aníbal Jozami, sociólogo, reitor da UNTREF – Universidad Nacional 3 de Fevereiro de Buenos Aires e Diretor de BIENALSUR e João Fernandes, diretor-adjunto do Museu Nacional de Arte Reina Sofia de Madrid. Foi diretor do Museu de Serralves entre 2003 e 2013. Fernandes organizou e curou a representação portuguesa da 1ª Bienal de Johannesburg (1995), da 24ª Bienal de Arte de São Paulo (2003) e, junto com Vicente Todolí, da 50ª Bienal de Veneza (2003).

Este painel conta com a participação da artista chilena Voluspa Jarpa, que desenvolve uma obra ligada à pesquisa e ao estudo de arquivos, especialmente sobre arquivos de CIA. Sua obra se volta para a história e suas representações.

Participa ainda Diana Weschler, argentina, historiadora de arte, pesquisadora, diretora da área de arte e cultura da UNTREF e atual diretora artística da BIENALSUR.

Completa o painel um vídeo exclusivo de Leoluca Orlando, prefeito de Palermo, na Sicília, cidade que recebe a bienal europeia Manifesta 12, em cartaz até 4 de novembro. Orlando ocupa o cargo de prefeito da cidade pela terceira vez, tendo se destacado no combate à máfia e no apoio às artes como forma de integração social e cultural.

A partir das 14h, o segundo painel abordará A Arte Além da Arte com curadores de bienais.

Estarão presentes o curador da 33ª Bienal de São Paulo, Gabriel Pérez-Barreiro, que apresentará sua proposta Afinidades Eletivas; Nydia Gutierrez, venezuelana, diretora artística do Museu de Antioquia, em Medellín, na Colômbia, e diretora-artística do Encontro Internacional de Arte de Medellín (MDE15) . Gutiérrez também foi curadora do Museu de Belas Artes de Caracas e atualmente dá aulas de curadoria na Universidade Nacional da Colômbia, no programa de mestrado em Museologia.
O brasileiro Paulo Tavares, co-curador da próxima Bienal de Arquitetura de Chicago, que acontece em 2019. Ele trabalhou em pareceria com o grupo Forensic Architecture, candidato ao Turner Prize deste ano, e é professor da Universidade de Brasília. Em 2017, criou a agência Autonoma, uma plataforma dedicada a pesquisa e intervenção espacial. E ainda a presença de Anneliek Sijbrandij, nascida em Breda, Netherlands. Advogada, estudou Modern & Contemporary Art em Londres e fundou em 2014 o projeto sem fins lucrativos The Verbier Art Summit, uma plataforma para discutir a inovação e a multidisciplinariedade na arte.

As 16h30, para encerrar o Seminário Internacional, contaremos com a presença dos diretores da Fundação Cultural Montblanc, Sam Bardaouil e Till Fellrath, que farão uma apresentação sobre a fundação e farão a entrega do Prêmio Montblanc de la Culture Arts Patronage ao projeto JAMAC. Representando o JAMAC, a artista brasileira Mônica Nador receberá o prêmio e também apresentará seu trabalho.

Publicado por Patricia Canetti às 11:57 AM