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outubro 19, 2017

David Magila + Goia Amorim na Mamute, Porto Alegre

No dia 20 de outubro de 2017, sexta-feira, às 19h, a Galeria de Arte Mamute apresenta ao público seus novos artistas representados David Magila (SP) e Goia Amorim (RJ). O lançamento dos dois nomes que passam a integrar o grupo dos representados da galeria será celebrado com a inauguração simultânea de duas exposições individuais – Como Vencer o Morro de David Magila e Fantasmas de Goia Amorim.

Com curadoria de Mário Gioia, as exposições trarão ao público obras inéditas em pintura produzidas pelos dois artistas.

David Magila (1979) vive e mantém atelier em São Paulo. É pós-graduado pela Escola de Comunicação e Artes/USP e pela UNESP. Bacharel em Artes Plásticas pela UNESP. A cidade desordenada e sua atmosfera de uma arquitetura ordinária e predatória são os elementos tomados pelo artista. As cores intensas nas formas construídas revelam o vazio do urbano habitado.

Goia Amorim (1985), natural do Rio de janeiro, vive e mantém atelier no Rio de Janeiro e Londres. É mestre em pintura pelo Royal College of Art, Londres (2017). Bacharel em pintura pelo The Slade School/UCL, Londres (2015). Em suas pinturas a artista explora repetidamente camadas de cores e texturas para investigar conceitos como marca e apagamento, acaso e composição no processo pictórico.

Mario Gioia (São Paulo, 1974)
Curador independente. Graduado pela ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo). Faz parte do grupo de críticos do Paço das Artes desde 2011, instituição na qual fez o acompanhamento crítico de Luz Vermelha (2015), de Fabio Flaks, Black Market (2012), de Paulo Almeida, e A Riscar (2011), de Daniela Seixas. Foi crítico convidado de 2013 a 2015 do Programa de Exposições do CCSP (Centro Cultural São Paulo) e fez, na mesma instituição, parte do grupo de críticos do Programa de Fotografia 2012. Em 2015, no CCSP, fez a curadoria de Ter lugar para ser, coletiva com 12 artistas sobre as relações entre arquitetura e artes visuais. Já fez a curadoria de exposições em cidades como Brasília (Decifrações, Espaço Ecco, 2014), Porto Alegre (Ao Sul, Paisagens, Bolsa de Arte, 2013) e Rio de Janeiro (Arcádia, CGaleria, 2016). É colaborador de periódicos de artes como Select e foi repórter e redator de artes visuais e arquitetura da Folha de S.Paulo de 2005 a 2009. De 2011 a 2016, coordenou o projeto Zip'Up, na Zipper Galeria, destinado à exibição de novos artistas e projetos inéditos de curadoria. Na feira de arte ArtLima 2017, assinou a curadoria da seção especial CAP Brasil, intitulada Sul-Sur.

Publicado por Patricia Canetti às 1:08 PM


Ensaio de Tração na Pina Estação, São Paulo

Curtas de Cao Guimarães, Cinthia Marcelle e Tiago Mota Machado, Janaina Wagner, Marcellvs L. e Wagner Morales serão exibidos na Pina Estação

A Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, apresenta Ensaio de Tração, mostra coletiva de vídeos produzidos por artistas brasileiros que se dedicam a explorar os limites da linguagem audiovisual. A ideia nasceu do desejo de mostrar pela primeira vez na Pina a obra “Da janela do meu quarto” (2004), de Cao Guimarães, que entrou para o acervo do museu em 2015 pelo Programa de Patronos da Arte Contemporânea.

“Da janela do meu quarto” traz cenas de uma rua de areia em que, debaixo de chuva, duas crianças brigam e, ao mesmo tempo, brincam. O vídeo de cinco minutos foi captado em Super 8 e será exibido em sua versão digital. Já conquistou prêmios de melhor curta e melhor filme em festivais brasileiros e um francês.

A partir deste vídeo foram reunidos trabalhos de outros artistas, entre eles “Nau” (2017), de Cinthia Marcelle e Tiago Mata Machado, comissionado pela Fundação Bienal de São Paulo para ser apresentado no Pavilhão do Brasil na 57ª Bienal de Veneza e agora exibido pela primeira vez no Brasil, além de “Terreno” (2004), de Janaina Wagner, “9493” (2014), de Marcellvs L., e “Thierry” (2012), de Wagner Morales.

Os filmes têm em comum a ambiguidade entre o documental e a ficção. As narrativas oscilam entre a encenação e o registro embaralhando a percepção do espectador. Assim, cada vídeo recorre a diferentes recursos da linguagem fílmica: o enquadramento, a edição, a montagem do som e a performance da câmera, para colocar em suspensão o desenrolar da ação.

“Os trabalhos na exposição criam imagens potentes de resistência e resiliência em dimensão física, política e mental e eles colocam os espectadores numa situação simultaneamente de voyeur e de cúmplice”, explica Jochen Volz, diretor geral da Pinacoteca.

“Ensaio de tração” permanece em cartaz até 12 de março de 2018, no segundo andar da Pina Estação – Largo General Osório, 66. A visitação é gratuita e aberta de quarta a segunda-feira, das 10h00 às 17h30 – com permanência até às 18h00. A Pina Estação fica próxima à estação Luz da CPTM, vizinha à Sala São Paulo. pinacoteca.org.br - (11) 3335-4990.

Publicado por Patricia Canetti às 11:38 AM


outubro 18, 2017

Histórias da sexualidade no MASP, São Paulo

Distribuída em três espaços expositivos do Museu, Histórias da sexualidade reúne cerca de 250 obras de mais de 140 artistas nacionais e internacionais de períodos e contextos diversos

Desde 2015, o MASP planeja um programa dedicado às questões de sexualidade e gênero, cujas exposições e atividades têm acontecido ao longo de todo o ano de 2017. O ciclo teve início em abril, com a exposição Quem tem medo de Teresinha Soares?; seguida por Wanda Pimentel: envolvimentos, aberta em maio; Toulouse-Lautrec em vermelho, Miguel Rio Branco: nada levarei qundo morrer e Tracey Moffatt: montagens, em junho; Pedro Correia de Araújo: erótica, em agosto, e Guerrilla Girls: gráfica, 1985-2017, em setembro. Juntamente com Tunga: o corpo em obras, prevista para dezembro, essas exposições monográficas de artistas brasileiros e internacionais reúnem trabalhos que suscitam questionamentos sobre corporalidade, desejo, erotismo, feminismo, questões de gênero, entre outros temas que se congregam, a partir de 20 de outubro, na mostra coletiva Histórias da sexualidade.

Histórias da sexualidade pretende discutir as temáticas acima a partir de uma noção ampla do termo “histórias”, cujos sentidos, múltiplos e diversos, abrangem relatos coletivos e pessoais, ficcionais e não-ficcionais. A mostra, assim, compreende representações de diferentes períodos, territórios e suportes, colocando-as em fricção e diálogo, e desenvolvendo uma abordagem que desafia as fronteiras e hierarquias entre os objetos, suas origens, categorias e tipologias. Devido a algumas obras apresentarem conteúdo contendo violência, sexo explícito e linguagem imprópria, a exposição terá classificação indicativa de 18 anos, seguindo a orientação do manual do Ministério da Justiça.

Histórias da sexualidade apresenta mais de 300 obras e cerca de 130 artistas, tanto do acervo do MASP, quanto de coleções brasileiras e internacionais, incluindo desenhos, pinturas, esculturas, filmes, vídeos e fotografias, além de documentos e publicações, de arte pré-colombiana, asiática, africana, europeia, latino-americana, entre outras. A mostra divide-se em nove núcleos temáticos e ocupa três espaços expositivos do Museu: o primeiro andar, onde se concentra o maior número de obras, distribuídas pela sala em oito desses núcleos: Corpos nus, Totemismos, Religiosidades, Performatividades de gênero, Jogos sexuais, Mercados sexuais, Linguagens e Voyeurismos; a galeria do primeiro subsolo, com o núcleo Políticas do corpo e ativismos; e a sala de vídeo, que compõe também o núcleo Voyeurismos.

NÚCLEOS 1º ANDAR

Corpos nus – esse é o núcleo que abre a exposição no primeiro andar. Aqui, as obras evidenciam um dos objetos de estudo e representação mais comuns na história da arte: o corpo humano. Estão expostos representações de corpos femininos, feminilizados, corpos masculinos e masculinizados, corpos trans, corpos não-binários, de múltiplas formas.

Integram esse núcleo os artistas Anita Malfatti, Balthus Chico Tabibuia, Cláudia Andujar, Édouard Manet, Eduardo Kac, Egon Schiele, Eliseu Visconti, Flávio Rezende de Carvalho, Francis Bacon, Francisco Leopoldo e Silva, Hudinilson Jr., Iris Häussler, Jean-Auguste Dominique Ingres, Juan Davila, Lionel Wendt, Maria Auxiliadora da Silva, Mickalene Thomas, Miguel Angel Rojas, Miriam Cahn, Nancy Spero, Pierre-Auguste Renoir, Rafael RG, Vicente do Rego Monteiro, Victor Meirelles

Totemismos – a seguir, pela direita, em sentido anti-horário, o visitante encontra o núcleo dedicado à representação dos órgãos sexuais. Imagens de falos, vulvas e seios vindos de diferentes culturas -- pré-colombiana, ameríndia, africana tradicional, europeia, brasileira, e da dita “popular”, como ex-votos -- são dispostas lado a lado.

Integram esse núcleo os artistas Alexandre Cunha, Ana Mendieta, Betty Tompkins, Cibelle Cavali Bastos, Collier Schorr, Eduardo Costa, Erika Verzutti, Ernesto Neto, Hudinilson Jr., Javier Castro Rivera, Marta Minujin, Márcia X, Moacir [Soares Faria], Paulo Bruscky, Robert Mapplethorpe, Vania Toledo, além de uma série de ex-votos e alguns objetos pré-colombianos e africanos de autoria desconhecida.

Linguagens – o terceiro núcleo pretende destacar o uso da linguagem como uma forma igualmente privilegiada de convencionar a arte e a performatividade, com destaque para a semiótica, a língua de sinais e a comunicação por símbolos, intervenções em meios de comunicação, diversas formas de expressão do gênero e da sexualidade.

Integram esse núcleo os artistas Almandrade, Anna Bella Geiger, Carolee Schneeman, Cristina Lucas, Dean Sameshima, Georgete Melhem, Hal Fischer, Glauco Mattoso, Jac Leirner, José Leonilson, Martha Wilson, Rivane Neuenschwander

Performatividades de gênero – nesse núcleo, as questões de gênero são tidas como atos intencionais, histórica e socialmente construídos, capazes de produzir e reforçar sentidos.
Aqui, as obras retratam corpos com atitudes, marcas, vestimentas e outros signos que desafiam noções normativas de sexualidade e gênero.

Integram esse núcleo os artistas avaf – assume vivid astro focus, Adir Sodré, Alvaro Barrios, Carlos Leppe, Flávio Rezende de Carvalho, Giuseppe Campuzano, Graciela Iturbide, Leticia Parente, Lynda Benglis, Madalena Schwartz, Mirian Inêz da Silva, Paul Gauguin, Paz Errázuriz, Regina Vater, Teresa Margolles, Zoe Leonard

Jogos sexuais – faz parte das muitas histórias da sexualidade a existência de práticas coletivas ou intimistas, que cruzam tempos, materialidades e espaços. A referência nesse quinto núcleo são as brincadeiras, os toques, os objetos e os jogos que integram a arqueologia do prazer e do desejo e se apresentam de muitas formas, sob vários desenhos.

Integram esse núcleo os artistas Adriana Varejão, Albino Braz, Alice Neel, Bhupen Khakhar, Carlos Zéfiro (pseudônimo de Alcides Aguiar Caminha), Cildo Meireles, Dorothy Iannone, Ellen Cantor, Eisen, Eizan, Hudinilson Jr., Hulda Gúzman, Leda Catunda, Louise Bourgeois, Miguel Ángel Cárdenas, Nicolas Poussin, Paulo Pedro Leal, Robert Mapplethorpe, Suzanne Valadon, Tracey Emin

Mercados sexuais – nesse núcleo, a noção de mercado de sexo não é a que aprisiona as práticas sociais, sobretudo femininas, à condenação moral, à passividade e à ausência de desejo. É, sim, uma ideia ampliada, de mercados voltados à sexualidade, que incluem da prostituição aos espetáculos noturnos, bem como a repressão e violência a essas práticas.

Integram esse núcleo os artistas Cícero Dias, Descartes Gadelha, Edgar Degas, Juca Martins, Lasar Segall, Marcelo Krasilcic, Miguel Ángel Cárdenas, Philip-Lorca diCorcia, Renato de Lima, Rosa Gauditano

Religiosidades – nesse núcleo, parte-se da ideia de que imagens religiosas são também socialmente negociadas como objetos de cortejo sexual: diversas incitam o desejo e, ao mesmo tempo, procuram conter e silenciar qualquer excitação. O exemplo mais conhecido talvez seja o corpo nu de São Sebastião, que aparece como mártir, e que foi apropriado pela iconografia homoerótica.

Integram esse núcleo os artistas Ayrson Heráclito, Carlos Martiel, José Leonilson, Léon Ferrari, Nahum B. Zenil, Pietro Perugino, Robert Mapplethorpe, Sergio Zevallos, Virgínia de Medeiros, além de obra peruana com autoria desconhecida do século 19.

Voyeurismos – por fim, no último núcleo do 1º andar, artistas, curadores e público tornam-se voyeurs: observam, com seus olhares particulares, atos de outros corpos, localizados tanto em locais privados quanto públicos.

Integram esse núcleo os artistas Alair Gomes, Edgar Degas, François Clouet, José Antonio da Silva, Kohei Yoshiyuki, Mauricio Dias & Walter Riedweg, Miguel Angel Rojas, Moacir [Soares Faria], Pablo Picasso, Tracey Moffatt

NÚCLEO 1º SUBSOLO

Políticas do corpo e ativismos – esse núcleo apresenta um conjunto de obras sobre manifestações sociais e artísticas pela luta de direitos humanos e pela não discriminação das minorias sexuais e de gênero. Além das obras, fazem parte textos, documentação de performances, camisetas e publicações.

Integram esse núcleo os artistas Act Up!, Aleta Valente, Carlos Motta, GALF (Grupo de Ação Lésbico Feminista), Gang, General Idea, Heresies Magazine, José Celestino da Silva, Lampião da Esquina, Lyz Parayzo, Movimento de Arte Pornô, Mujeres Creando, Mulherio (Revista), Pedro Lemebel, Rafael França, Maria Galindo, Roberto Jacoby e Mariana “Kiwi” Sainz, Serigrafistas Queer, Yeguas del Apocalipsis, Valie Export, Wolfgang Tillmans, Zoe Leonard

Histórias da sexualidade se insere no projeto do MASP de colocar em diálogos diferentes acervos – de arte europeia, brasileira, latino-americana, popular, etc –, desafiando hierarquias e territórios entre eles, para além das narrativas tradicionais. Há um entendimento de que as histórias que podemos contar não são apenas aquelas das classes dominantes, ou da cultura europeia e suas convenções visuais, mas são também histórias descolonizadoras, com um sentido político, que incluem grupos, vozes e imagens historicamente reprimidas ou marginalizadas. Iniciado em 2015, com Histórias da loucura e Histórias feministas, o programa, alinhado à missão do MASP de ser um museu inclusivo, diverso e plural, inclui as Histórias da infância, exibida em 2016 e as Histórias afro-atlânticas, prevista para 2018.

Histórias da sexualidade tem curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico do MASP; Camila Bechelany, curadora assistente do MASP; Lilia Schwarcz, curadora-adjunta de histórias do MASP; e Pablo León de la Barra, curador-adjunto de arte latino-americana do MASP. A expografia é do Metro Arquitetos Associados.

SEMINÁRIOS

Como parte do processo de pesquisa e preparação da mostra, o MASP promoveu dois
seminários internacionais sobre sexualidade e gênero, em setembro de 2016 e maio de 2017, que reuniram pesquisadores, curadores, artistas e especialistas de diferentes áreas, como história da arte, sociologia, ciências políticas e estudos de gênero. As mesas de discussões levantaram debates acerca dos direitos humanos e dos circuitos e territórios da sexualidade no espaço urbano, abrangendo temas como ativismo e esfera pública, feminismos, queer e movimento LGBT, assim como prostituição e performatividade de gênero, psicanálise e erotismo, todos em conexão com a cultura visual e a prática artística.

Participaram Amara Moira; Amelia Jones; Cecilia Fajardo-Hill; Cecilia Palmeiro; Christian Ingo Lenz Dunker; Cornelia Butler; Daniela Andrade; Djamila Ribeiro; Fernanda Carvajal; Francesco Ventrella; Ivo Mesquita; Jean Wyllys; Juan Vicente Aliaga; Julia Bryan-Wilson; Laura Moutinho; Luciano Migliaccio; Miguel A. López; Nina Power; Övül Durmuolu); Renan Quinalha; Richard Meyer; Richard Miskolci; Sérgio Carrara; Tom Kalin; Xabier Arakistain

PUBLICAÇÕES

Paralelamente à exposição, o MASP lança duas publicações relacionadas à mostra: o catálogo ilustrado (272 pp., R$149) com as obras da exposição, divididas por textos curatoriais de cada núcleo temático, com organização de Adriano Pedrosa e Camila Bechelany, e uma antologia de textos (432pp., R$55), com organização de Adriano Pedrosa e André Mesquita; ambos com coordenação editorial de Isabella Rjeille e Juliana Bitelli.

Para a antologia, colaboraram com textos tanto os palestrantes que participaram dos seminários, quanto especialistas e pesquisadores das áreas de estudos de gênero, sociologia, história da arte e outra áreas das humanidades. São eles: Amara Moira, Amelia Jones, Carol Duncan, Cecilia Fajardo-Hill, Cecilia Palmeiro, Cornelia Butler, Craig Owens, Djamila Ribeiro, Douglas Crimp, Fernanda Carvajal, Fernanda Nogueira, Francesco Ventrella, James N. Green, Juan Vicente Aliaga, Jota Mombaça, Judy Chicago, Julia Bryan-Wilson, Laura Mulvey, Linda Nochlin, Luciano Migliaccio, Lucy R. Lippard, Miguel A. López, Mira Schor, Monique Wittig, Nina Power, Renan Quinalha, Tamar Garb, Tom Kalin (Gran Fury), Xabier Arakistain

Também participaram da antologia, artistas, críticos e curadores, convidados a responder a um questionamento crítico sobre arte, gênero e sexualidade: Ana Paula Simioni; Beatriz Lemos; Carla Zaccagnini; Clara Ianni; Clarissa Diniz, Felipe Ribeiro e Julia Baker; Daniela Labra; Dias & Riedwig; Dora Longo Bahia; Elaine Dias; Gaudêncio Fidelis; Graziela Kunsch; Guilherme Altmayer; Ivo Mesquita; Jochen Volz; Júlia Rebouças; Kiki Mazzucchelli; Luisa Duarte; Luiz Roque; Marta Mestre; Regina Vater; Rodolpho Parigi; Rosana Paulino; Teresinha Soares; Virginia de Medeiros

PROGRAMAÇÃO

Como parte da programação de atividades relacionadas à exposição, o MASP oferece ciclos gratuitos de oficinas e filmes e vídeos para o público adulto. A organização é de Pedro Andrada e Leonardo Matsuhei, do núcleo de Mediação e Programas Públicos do MASP.

Histórias da sexualidade: oficinas
De outubro a fevereiro, são 12 oficinas, sempre aos finais de semana, que propõem trabalhar com a temática da sexualidade a partir de determinadas práticas corporais, suas transfigurações em discursos, saberes, regimes de verdade e, por conseguinte, relações de poder. Assim, metade das propostas contemplam atividades ligadas diretamente à dança e ao teatro e outras lidam ainda com ações performativas e a presença dos corpos trans, queer e feminino no espaço público.

Sábados e domingos, das 14h às 17h
4-5.11.2017
Dialogando com os outros, práticas inspiradas nas experiências da educação democrática, com Lilian L’Abbate Kelian
11-12.11.2017
Voguing, performance e estética LGBTQI+, com Félix Pimenta
18-19.11.2017
Sensibilização do corpo íntimo e práticas orientais, com Beatriz Sano
25-26.11.2017
Performance e dança como desvio da normatividade de gênero, com Coletivo Cartográfico
2-3.12.2017
Arte contemporânea para "não" artistas e para pessoas que tomaram um pé na bunda, com Rafael RG
9-10.12.2017
Jogos teatrais e produção gráfica, com Pessoal do Faroeste e Paulestinos
16-17.12.2017
Exercícios dramatúrgicos e autobiográficos, com Cia. Mungunzá de Teatro
13-14.1.2018
Instalação e vivência corporal no espaço urbano, com Grupo XIX de Teatro
20-21.1.2018
Performance e transformação do corpo, com Aretha Sadick e Gabriel Victal
27-28.1.2018
Produção de cartazes e ativismo queer, com Serigrafistas Queer
3-4.2.2018
Pintura e o trabalho da mulher indígena, com Carmézia Emiliano

Histórias da sexualidade: filmes & vídeos
O programa Histórias da sexualidade: filmes & vídeos, em parceria com a Associação Cultural Videobrasil e a Cinemateca Brasileira, apresenta 34 obras distribuídas em 14 sessões.

As cinco primeiras sessões utilizam parte do acervo da Cinemateca Brasileira e incluem filmes de diferentes décadas, como O olho mágico do amor, uma das obras mais ousadas e experimentais da Boca do Lixo -- importante movimento do cinema independente brasileiro --, ou a produção atual de jovens diretores, como Nova Dubai de Gustavo Vinagre. Há ainda a atuação pioneira de diretoras como Helena Solberg e Ana Carolina, em cujos trabalhos questões sobre sexualidade são mediadas e figuram a partir do ponto de vista feminino.

Na segunda parte da programação, são exibidos alguns filmes e vídeos que possuem ligação direta com a exposição, como a sessão dedicada à trilogia Nefandus, de Carlos Motta, artista que participa com outro trabalho na mostra, ou o documentário Lampião da esquina que aborda a produção do jornal gay brasileiro, intitulado com o mesmo nome, que circulou durante os anos de 1978 e 1981.

Algumas sessões contam com a presença e mediação dos realizadores, antes ou depois da exibição de suas produções. Participam deste ciclo Luiz Roque, Virgínia de Medeiros, Gisela Domschke e Lívia Perez com João Silvério Trevisan.

As duas últimas sessões do ciclo exibem vídeos do acervo histórico da Associação Cultural Videobrasil. Uma deles apresenta um recorte da produção do artista libanês Akraam Zaatari.

Sessões gratuitas aos sábados e terças-feiras, 16h.
Todos os filmes serão exibidos em projeção digital.
Conferir a classificação etária de cada filme em masp.org.br.

Cinemateca Brasileira no MASP
28.10.2017 e 31.10.2017
A entrevista
Helena Solberg (dir.), 1967,
20min, p&b, 16mm
Copacabana me engana
Antonio Carlos da Fontoura (dir.), 1968,
93min, p&b, 35mm

4.11.2017 e 7.11.2017
O olho mágico do amor
José Antonio Garcia e Ícaro Martins (dir.), 1981,
85min, cor, 35mm

11.11.2017 e 14.11.2017
Nova Dubai
Gustavo Vinagre (dir.), 2014,
55min, cor, digital
Pinta
Jorge Alencar (dir.), 2013,
72min, cor, digital

18.11.2017 e 21.11.2017
Mar de rosas
Ana Carolina (dir.), 1977,
90min, cor, 35mm

25.11.2017 e 28.11.2017
O império do desejo
Carlos Reichenbach (dir.), 1981,
105min, cor, 35mm

Parte II
2.12.2017 e 5.12.2017
Guarujá, um filme maravilhoso
Gisela Domschke e Marcelo Krasilcic (dir.), 2005,
51min, cor, digital

9.12.2017 e 12.12.2017
O novo monumento
Luiz Roque (dir.), 2013,
5min, p&b, 16mm
Modern
Luiz Roque (dir.), 2014,
4min, p&b, 16mm
S
Luiz Roque (dir.), 2017,
5min, p&b, vídeo
Rio de Janeiro
Luiz Roque (dir.), 2017,
5min, cor, 16mm

16.12.2017 e 19.12.2017
Ecstasy Must Be Forgotten
Evangelia Kranioti (dir.), 2017,
38min, cor, digital
Favela gay
Rodrigo Felha (dir.), 2014,
72min, cor, digital

6.1.2018 e 9.1.2018
Luz del Fuego, a nativa solitária
Francisco de Almeida Fleming (dir.), 1954,
30min, p&b, 16mm
Divina luz
Ricardo Sá (dir.), 2017,
14min, p&b, digital
Casa do Corpo Nu Luz del Fuego
Guilherme Altmayer (dir.), 2015,
5min, cor, digital

13.1.2018 e 16.1.2018
Studio Butterfly
Virginia de Medeiros (dir.), 2003-06,
24min, cor, vídeo
Sérgio e Simone
Virginia de Medeiros (dir.), 2007-14,
20min, cor, vídeo
Cais do corpo
Virginia de Medeiros (dir.), 2015,
8min, cor, vídeo

20.1.2018 e 23.1.2018
Lampião da esquina
Lívia Perez (dir.), 2016,
85min, cor, digital

27.1.2018 e 30.1.2018
Nefandus
Carlos Motta (dir.), 2013,
13min, cor, vídeo

Naufragios
Carlos Motta (dir.), 2013,
13min, cor, vídeo
La visión de los vencidos
Carlos Motta (dir.), 2013,
7min, cor, vídeo
O porto de Santos
Aloysio Raulino (dir.), 1978,
20min, p&b, 35mm

Acervo Histórico Videobrasil no MASP
3.2.2018 e 6.2.2018
Crazy of You
Akram Zaatari (dir.), 1997,
27min, cor, vídeo
Red Chewing Gum
Akram Zaatari (dir.), 2000,
10min, cor, vídeo
The End of Time
Akram Zaatari (dir.), 2013,
14min, cor, vídeo
Tomorrow Everything Will Be Alright
Akram Zaatari (dir.), 2010,
12min, cor, vídeo

10.2.2018 e 13.2.2018
Temporada de caça
Rita Moreira (dir.), 1988,
28min, cor, vídeo
ABC-lynching
Maria Kramar (dir.), 2014,
11min, cor, vídeo
Mondial 2010
Roy Dib (dir.), 2014,
19min, cor, vídeo
Bosphorus: A Trilogy
Bita Razavi (dir.), 2012,
3min, cor, vídeo
Memorials Without Facts: Men Loving
Clive van den Berg (dir.), 1998,
7min, cor, vídeo

Publicado por Patricia Canetti às 7:08 PM


Instauração: projeto de performance de Renan Marcondes no Sesc Belenzinho, São Paulo

Autor de trabalhos tais quais Como um jabuti matou uma onça e fez uma gaita de um de seus ossos, Renan Marcondes apresenta trabalho inédito no Sesc Belenzinho e dá curso no CPF do Sesc SP

Projeto Invisível, performance criada pelo artista Renan Marcondes (representado pela Adelina Galeria) acontece no próximo dia 21 de outubro, a partir das 11 horas, no Sesc Belenzinho. Ela faz parte da programação do projeto Instauração, com curadoria de Ananda Carvalho, e que segue na unidade até o mês de novembro. A performance, que será ativada pelas atrizes Tetembua Dandara e Carolina Callegaro, deve ser a primeira de algumas frentes que Renan pretende abrir com Projeto Invisível.

As duas performers irão usar óculos que a impedem de ver e serem vistas e, durante as seis horas, não irão falar com ninguém também. Quando algum adulto chegar perto delas, irá receber um cartão com uma frase de Judith Butler, que aparece no livro Quadros de Guerra: “Julgamos um mundo que nos recusamos a conhecer e nosso julgamento se transforma em um meio de nos negar a conhecê-lo”. Já as crianças irão ganham um cartão em que tem achar algumas palavras que estão ligadas à performance.

Apesar de ter sido concebida há algum tempo e estar guardada na gaveta, Renan ressalta que a atualidade do trabalho é inegável: “a minha ideia é chamar a atenção das pessoas para que elas possam o olhar o outro com empatia, se colocando sempre no lugar do outro ao enxergar o mundo. Estamos vivendo tempos complicados, em que as pessoas não tem esse tipo de cuidado ao se relacionarem – quando dão espaço para que um relacionamento aconteça”, explica o artista.

O título do projeto Instauração faz referência ao artista Tunga (que utilizou o termo para pensar o seu próprio trabalho com o desejo de somar o que a “performance” e a “instalação” não davam mais conta em suas compreensões isoladas). De acordo com a curadora Ananda Carvalho, o projeto Instauração faz essa referência justamente para evidenciar a amplitude do campo da performance nas Artes Visuais e também tem o desejo de pensar as possibilidades de desconstrução do que já foi institucionalizado ou consolidado como performance na História da Arte. Por esse viés, considera também o próprio significado de “instauração” encontrado no dicionário que consiste em “processo ou resultado de criar algo”, procurando fomentar o acesso a performance como manifestação artística para todos os públicos. E, “em tempos tão complexos, o projeto Instauração procura relembrar que os nossos corpos são a última instância de resistência e liberdade, apresentando ações que acontecem nos espaços de fluxo e de convivência do Sesc” – afirma a curadora.

Curso
Também em outubro, Renan Marcondes ministra o curso O corpo como centro: considerações sobre a arte da performance, que se divide em quatro encontros, de 18 de outubro a 8 de novembro, no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo.

A cada quarta-feira, o curso discute um momento específico da arte da performance a partir da apresentação e discussão de textos e obras essenciais para a linguagem, busca pontuar algumas das principais transformações materiais que ocorreram na concepção de performance ao longo do século XX. Ele é voltado para interessados no tema e será puramente teórico.

As inscrições pela internet (link) podem ser realizadas até um dia antes do primeiro módulo, ao custo de R$ 50,00. Após esse período, caso ainda haja vagas, é possível se inscrever pessoalmente em todas as unidades. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição.

Artista visual, performer e pesquisador, Renan Marcondes (São Paulo, 1991) tem indo na contramão e apostado seus esforços no uso de todo um aparato que o ajuda a retratar a maneira como nós vemos e nos relacionamos com o mundo: matemática, desenho técnico, perspectivas, objetos cotidianos, textos, gestos socialmente codificados, etc. Com uma formação que mistura artes cênicas e visuais, Renan usa a performance para refletir não a partir de um corpo presente no espaço, mas sim para refletir sobre aqueles que estão ausentes e que já interferiram ou ainda o farão nas estruturas expostas no espaço de ativação.

Serviço
Projeto Invisível – Única apresentação em 21 de outubro, sábado, a partir das 11 horas
Criação – Renan Marcondes
Atrizes - Tetembua Dandara e Carolina Callegaro
Duração – 6 horas
Livre. Grátis (não é necessário a retirada de ingresso)

Sesc Belenzinho – Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho (próximo à estação Belém do metrô). Telefone: (11) 2076-9700. Acesso para deficientes físicos. Estacionamento para espetáculos com venda de ingressos após as 17h: R$ 7,50 (credencial plena) 15,00 (outros)

Curso O corpo como centro: considerações sobre a arte da performance – De 18 de outubro a 8 de novembro, quartas, das 19h30 às 21h30, no Centro de Pesquisa e Formação do SESC SP. Valores - R$15,00 (carteirinha do SESC), R$ 25,00 (pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovante) e R$50,00 (inteira). Inscrições em toda a rede Sesc ou pelo site.

Centro de Pesquisa e Formação do Sesc-SP – Rua Dr Plínio Barreto, 285 - 4º andar.

Publicado por Patricia Canetti às 4:49 PM


Ernesto Neto na Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo

A Fortes D’Aloia & Gabriel tem o prazer de apresentar O Sagrado é Amor, a nova exposição de Ernesto Neto na Galeria. O artista carioca exibe trabalhos inéditos – entre esculturas vestíveis, fotos e uma instalação – que convidam o público a desacelerar o ritmo caótico da vida urbana para desfrutar de momentos de introspecção, acalmando a mente e ativando os sentidos.

Para Neto, a manifestação do sagrado acontece em estados meditativos, através de profunda relação com a natureza. A exposição está então repleta de elementos que evocam raízes e galhos, “condutores entre a terra e o céu”, que permitem aos visitantes se conectarem. Sua ênfase em criar vínculos também manifesta-se na própria materialidade dos trabalhos, seja no tecido que se entrelaça para formar a trama do crochê – prática que se tornou central na obra do artista nos últimos anos – seja na escolha das cores, que variam entre tons de vermelho, laranja e verde, em mais uma associação com a terra e a copa das árvores.

No térreo da Galeria, Neto apresenta uma série de obras feitas com crochê que podem ser vestidas pelo público. Recebo o Seu Amor, Enquanto Você Recebe o Meu é uma forma ameboide instalada na parede que se estende em dois braços, cada qual com uma espécie de tiara nas extremidades, repleta de cristais. As pessoas podem então colocar as tiaras na cabeça, conectando-se com a obra, com a outra pessoa e, em sentido mais amplo, com o próprio sagrado. Em outro trabalho, um manto de crochê desce do teto sustentando uma pesada esfera de água-marinha em seu interior. Para ativar a obra, três pessoas devem tirá-la dos cabides e vesti-la ao mesmo tempo – apenas assim para manter o equilíbrio que impede a pedra de cair. Completam a montagem uma série de fotografias feitas na Mata Atlântica, além de uma instalação no segundo andar, oferecendo uma experiência ainda mais imersiva.

Ernesto Neto nasceu em 1964 no Rio de Janeiro, onde ainda vive e trabalha. Ele tem sido tema de diversas exposições institucionais nos últimos anos, dentre as quais destacam-se: Boa, Museum of Contemporary Art Kiasma (Helsinque, Finlândia, 2016); Rui Ni / Voices of the Forest, Kunsten Museum of Modern Art (Aalborg, Dinamarca, 2016); Aru Kuxipa | Sacred Secret, TBA21 (Viena, Áustria, 2015); The Body that Carries Me, Guggenheim Bilbao (Bilbao, Espanha, 2014); Haux Haux, Arp Museum Bahnhof Rolandseck (Remagen, Alemanha, 2014); Hiper Cultura Loucura en el Vertigo del Mundo, Faena Arts Center (Buenos Aires, Argentina, 2012); La Lengua de Ernesto, MARCO (Monterrey, México, 2011) e Antiguo Colegio de San Ildefonso (Cidade do México, 2012); Dengo, MAM (São Paulo, 2010). Em seu extenso currículo, também destacam-se suas recentes participações nas Bienais de Veneza (2017), de Lyon (2017) e de Sharjah (2013). Sua obra está presente em diversas coleções importantes, como: Centre Georges Pompidou (Paris), Daros Latinamerica (Zurique), Inhotim (Brumadinho), Guggenheim (Nova York), MOCA (Los Angeles), MoMA (Nova York), Museo Reina Sofía (Madri), SFMOMA (San Francisco), Tate (Londres), TBA21 (Viena), entre outras.

Publicado por Patricia Canetti às 4:07 PM