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janeiro 17, 2021

Presença na Ausência - coletiva online na Feevale

Apresentada pela Feevale em ambiente virtual inédito, “Presença na Ausência” é pioneira em acessibilidade

Com a proposta de pensar a pandemia do coronavírus pelo viés da arte, a exposição virtual “Presença na Ausência” vai ao ar em 18 de janeiro de 2021, às 18h, no site presencanaausencia.com.br. A mostra online pode ser acessada até o dia 18 de junho de 2021. O diferencial do evento, apresentado pela Feevale, é que realmente todos os públicos estão convidados: pessoas com deficiência visual, auditiva e com mobilidade reduzida poderão vivenciar a exposição por meio de audiodescrição, libras, legendas ou utilizando um leitor de tela.

Para garantir essa acessibilidade tão rara em exposições, foi reunida uma equipe multidisciplinar com profissionais de arte, TI, psicologia, design e arquitetura, entre outras áreas. O grupo trabalha desde setembro para criar um modelo em 3D do Espaço Cultural Feevale priorizando a acessibilidade de pessoas com deficiência. Além disso, consultores cegos têm orientado cada etapa do trabalho.

“Presença na Ausência” exibe cerca de 50 obras de 22 artistas – além de arte digital, há fotos, vídeos, pinturas, desenhos, bordado e colagem apresentados em versão virtual especialmente para a mostra.

Os trabalhos refletem diferentes aspectos da vida durante a pandemia, como a solidão e as novas formas de estar junto, evocando a ausência física e a presença digital. Uma fotografia de Carlos Donaduzzi, por exemplo, exibe uma mesa com café da manhã, mas a única pessoa à vista está no monitor de um tablet. Magna Sperb fala sobre saudade no trabalho inédito “Teu Cheiro em Mim”, no qual mistura fotos de família com os frascos de perfume que eram usados por sua mãe.

Além desses e de outros nomes de destaque na arte no Rio Grande do Sul, a exposição inclui a paranaense Mariana Corteze, a paulista Marcela Novaes, a canadense Piper Maru, o chinês Zhang Qinzhe e os portugueses José Maçãs de Carvalho e Pedro Santos. Todos os artistas gravaram vídeos breves sobre as obras, material extra que estará disponível no hotsite da exposição.

Pesquisa acadêmica

“Presença na Ausência” nasceu como um projeto acadêmico da artista France Amaral e da designer Sheisa Bittencourt, doutorandas do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Cultural e Inclusão da Universidade Feevale. As pesquisadoras são irmãs e há anos militam por inclusão social, por isso, a mostra traz uma preocupação ímpar com acessibilidade.

A partir de um levantamento dos recursos de acessibilidade oferecidos em grandes museus e galerias, as pesquisadoras perceberam como a inclusão é urgente nesses espaços. “Nem mesmo o Louvre é acessível a cegos. Só as grandes instituições têm navegação 3D. Mas não encontramos nenhuma exposição completa com todos os quesitos de acessibilidade, como estamos propondo”, comenta Sheisa. “A questão da falta de acessibilidade não é um problema das artes visuais, do design, da arquitetura... É estrutural”, explica France.

Publicado por Patricia Canetti às 2:24 PM


Cross-Cuts em capítulos na Nara Roesler NY, EUA

“Cross-Cuts funciona como capítulos que enfocam um corpo específico na obra de cada artista, ou uma conversa entre dois ou três artistas. Acreditamos numa apreciação artística de mente aberta, capaz de descobrir por meio de justaposições relevantes, feitas de forma comparativa e analógica, novos significados que ampliem as ressonâncias estéticas e políticas”, afirma Luis Pérez-Oramas, Diretor Curatorial Sênior.

Cross-Cuts em capítulos
12 de janeiro a 13 de fevereiro de 2021

Antonio Dias
12 a 16 de janeiro

Antonio Dias está entre os mais celebrados e relevantes artistas brasileiros do século 20. Uma figura primordial cuja carreira abarcou, com distinta singularidade, todo o repertório da mais recente arte moderna – de vídeos a instalações, do pop à arte conceitual até a pintura pós-formalista. Entre 1971 e 1978, Dias notavelmente produziu uma de suas séries de obras mais marcantes: The Illustration of Art.

Paul Ramirez Jonas e Berna Reale
19 a 23 de janeiro

A segunda parte de Cross-cuts apresenta uma mostra combinada que justapõe trabalhos de dois artistas contemporâneos. Paul Ramirez Jonas e Berna Reale, que coincidem em seu interesse mútuo pela noção do espaço público: sua prática, imagem, política e estética. Ambos artistas já abordaram este tema por meio de performances e trabalhos participativos em que o público é convidado a tomar parte. O paralelo estabelecido entre os dois distintos corpos de trabalho, Palomo, de Berna Reale, e a série Ventriloquists, de Paul Ramirez Jonas, envolve as variadas perspectivas que permeiam a percepção comum de monumentos. Nesta instalação de Cross-cuts, as duas formas mais comuns de monumentalidade escultural no mundo ocidental são, por sua vez, distorcidas com humor ácido por meio da crítica irônica e sarcástica.

Cristina Canale, Karin Lambrecht e Maria Klabin
26 a 30 de janeiro

Milton Machado e Artur Lescher
2 a 6 de fevereiro

Tomie Ohtake
9 a 13 de fevereiro

Devido às circunstâncias impostas pelos protocolos de saúde relacionados à crise da Covid-19, a galeria será aberta a um número limitado de visitantes. Agendamentos com antecedência são incentivados, mas não obrigatórios.

Publicado por Patricia Canetti às 11:57 AM


janeiro 15, 2021

Celina Portella na Zipper, São Paulo

Em “Manobras”, a artista Celina Portella reúne nova produção que rompe as fronteiras que, em tese, separam os territórios da imagem, do suporte e da performance. Com texto crítico de Paula Alzugaray, a exposição reinaugura no dia 16 de janeiro – sábado, das 11h às 17h – e segue em cartaz até 20 de fevereiro de 2021.

Celina transborda a ação representada na imagem para a realidade. A ferro e fogo, ela materializa a ação nos suportes dos trabalhos presentes da exposição, em fotografia, vídeo e tela. Assim, a imagem da faca em punho sugere ação da incisão; o processo é reforçado pelo corte real, de fato, que se observa no papel, criando a vinculação entre a imagem e seu suporte. O mesmo ocorre nos trabalhos em fotografia queimada e no vídeo “Fogo-fátuo”: a vela acesa da imagem materializa seu efeito no papel em que a fotografia é impressa.

Celina Portella propõe, sobretudo, uma indissociação entre performance e meio. “Os trabalhos conectam corporeidades, o corpo em si e o corpo da obra, colocando em questão o suporte da imagem e, logo, a percepção e a ideia de realidade. A partir da interação entre a expressão corporal e o meio, fotografia e vídeo tornam-se partes estruturais do próprio trabalho, indissociáveis. A interseção entre a corporeidade das obras e os significados contidos nelas me interessa por pressupor ações presentes em outros tempos-espaços e sugerir realidades paralelas”, ela comenta.

Tal como no Espacialismo de Lucio Fontana (1899-1968), a investigação de Celina não apenas sugere a superação do suporte como um meio bidimensional, como busca cruzamentos entre a representação e sua materialidade e agregar nos trabalhos as dimensões da passagem do tempo e das transformações do espaço. Ou, como interpreta a crítica Paula Alzugaray, “Celina coloca em cheque ciclos de ícono-crises, de idolatria e ódio, vividos atualmente no Brasil: acervos museográficos queimados pela ação do descaso e do esquecimento; destruição de ícones religiosos por teoclastas intolerantes; políticas públicas arduamente conquistadas, desfeitas por governantes guiados pelo pensamento ideológico extremista”.

A reabertura da exposição acontecerá de acordo com os protocolos de segurança sanitária em vigor, que preveem medidas como: uso obrigatório de máscara pelos visitantes e colaboradores da Zipper; disponibilização de álcool em gel para visitantes e colaboradores; visitação limitada a 40% da capacidade instalada; manutenção de distanciamento mínimo de 1,5 metro entre clientes e colaboradores; higienização constante das instalações.

Sobre a artista

Celina Portella (Rio de Janeiro, 1977) estabelece diálogos entre arquitetura, cinema e performance, caracterizando sua pesquisa nos campos da representação do corpo e sua relação com o espaço. Utilizando o próprio corpo como objeto de experimentações no espaço, a artista combina práticas quase artesanais em vídeos, fotografias ou foto-objetos que desafiam características de cada suporte e a percepção por parte do observador. Principais exposições individuais: "Reunião", Caixa Cultural São Paulo (2019); “Foto objetos”, Museu Casa Sônia Menna Barreto (2018); “Movimento2”, Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, Rio de Janeiro (2014); “Vídeo-Boleba”, Centro Cultural São Paulo, São Paulo (2012); “Celina Portella-Instalações”, Dança em Foco, Sesc Pinheiros, São Paulo, Brasil (2011). Principais exposições coletivas: Festival Internacional de Arte Eletrônica (FILE); CCBB (2018), Frestas Trienal de Artes, Sesc Sorocaba (2017); XX Bienal Internacional de Artes Visuales De Santa Cruz de la Sierra, Bolívia (2016); TRIO Bienal, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro (2015); Territórios de Afetos, Fundação Joaquim Nabuco, Recife (2009).

Texto crítico: Paula Alzugaray

Paula Alzugaray é curadora independente, critica de arte e jornalista especializada em artes visuais. Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e Mestre em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da USP. É diretora de redação da revista de arte e cultura contemporânea seLecT e editora da seção semanal de artes visuais da revista Istoé. É autora do livro “Regina Vater: Quatro Ecologias” (Oi Futuro/Fase 3, 2013). Entre seus projetos curatoriais recentes incluem-se as exposições “A Invenção da Praia: Cassino”, no Istituto Europeo di Design, Rio de Janeiro (setembro 2017), “A Invenção da Praia”, no Paço das Artes SP (Abril -junho 2014), “Circuitos Cruzados – Centre Pompidou Encontra o MAM”, no MAM SP (Jan-Mar 2013); “+2 – Katia Maciel e André Parente”, na Caixa Cultural de Brasília (Setembro de 2012); “Latin America Uncontained”, na LOOP Fair Barcelona (Maio 2012); “Video Brésilienne: un Anti-Portrait”, no Centro Georges Pompidou (Paris, outubro de 2010) e “Observatórios”, no Itaú Cultural, em Belo Horizonte e Vitória (2009). É autora do documentário “Tinta Fresca” (2004), prêmio de Melhor Media Metragem na 29ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, e de “Shoot Yourself” (2012), documentário realizado durante residência no Centre International d’accueil et d’échanges des Récollets, em Paris, Prêmio em Poéticas Investigativas, no Cine Move Arte 2012.

Publicado por Patricia Canetti às 4:31 PM


janeiro 14, 2021

12º Salão dos Artistas sem Galeria na Lona e Zipper, São Paulo

O mais tradicional salão de arte de São Paulo abre o calendário anual de exposições da cidade com mostras simultâneas nas galerias Lona e Zipper.

Promovido pelo portal de arte Mapa das Artes, o salão serve de ponte entre artistas e galerias de São Paulo, atuando como porta de entrada para artistas no circuito de galerias de arte.

A 12ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria, promovido pelo impresso e portal Mapa das Artes (www.mapadasartes.com.br), realiza duas exposições simultâneas com obras dos 10 artistas selecionados. A abertura das exposições acontece em 14/01/2021, na Lona Galeria de Arte, e 16/01/2021, na Zipper Galeria. As duas mostras ficam em cartaz até 20/02/2021.

Participam da 12a edição do Salão dos Artistas Sem Galeria os artistas: Ana Andreiolo (RJ), André Bergamin (RS), Evandro Angerami (SP), Laura Villarosa (Itália/RJ), Leonardo Luz (RJ), Marc do Nascimento (SP), Mateus Moreira (MG), Paloma Mecozzi (SP), Rafaela Foz (SP) e Thiago Fonseca (RJ/MA). Os dez artistas foram selecionados entre as 375 inscrições recebidas de maneira mista, via online ou pelo envio de portfólio impresso, pelo júri formado por Jurandy Valença (jornalista, curador independente, produtor cultural e poeta), Julie Dumont (curadora independente e criadora do projeto The Bridge Project) e Fernando Oliva (curador do MASP). Os dez artistas participam de duas mostras coletivas simultâneas em São Paulo, nas galerias paulistanas Lona e Zipper, a partir de janeiro de 2021. A mostra dos artistas selecionados reúne obras em diferentes técnicas e formatos, como pinturas, esculturas, assemblages, colagens e fotografias.

O Salão dos Artistas Sem Galeria tem como objetivo avaliar, exibir, documentar e divulgar a produção de artistas plásticos que não tenham contratos verbais ou formais (representação) com qualquer galeria de arte na cidade de São Paulo. O Salão tradicionalmente abre o calendário de artes em São Paulo e é uma porta de entrada para os artistas selecionados no mundo das artes.

Publicado por Patricia Canetti às 5:47 PM


dezembro 22, 2020

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O Canal Contemporâneo entra em seu 21º ano de atividade e é a publicação de arte contemporânea brasileira mais longeva

O Canal Contemporâneo recebe, armazena e distribui conteúdo sobre arte contemporânea brasileira. Ele faz isso desde dezembro de 2000. Portanto, ao mesmo tempo em que ele informa, ele alimenta a nossa memória comum. São milhares de eventos, imagens, textos, notícias que cobrem quase duas décadas. Ele também foi e é objeto de projetos culturais e pesquisas acadêmicas.

O acervo do Canal Contemporâneo é especial por armazenar também as relações que se constroem entre os atores do circuito (profissionais, galerias e instituições) a partir de seus eventos em comum. Leia sobre as Memórias e Perspectivas de Canal Contemporâneo.

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Publicado por Patricia Canetti às 2:27 PM