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fevereiro 17, 2020

Visitas dialogadas com Bruno Borne, Mariza Carpes + Túlio Pinto no MARGS, Porto Alegre

O Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) promove um encontro com os artistas que integram a atual programação de exposições do museu apresentando mostras individuais.

18 de fevereiro de 2020, terça-feira, às 16h, 17h e 18h

MARGS
Praça da Alfândega s/n, Centro Histórico, Porto Alegre, RS

No evento, Túlio Pinto (16h), Bruno Borne (17h) e Mariza Carpes (18h) receberão o público para uma sequência de visitas dialogadas nos espaços expositivos.

A ideia é promover um momento de encontro e conversa com os artistas, a partir dos seus processos criativos e dos trabalhos artísticos apresentados nas três exposições: Túlio Pinto - Momentum, Bruno Borne - Ponto vernal e Mariza Carpes - Digo de onde venho.

Inauguradas em dezembro, as três mostras seguem em exibição até março, quando os espaços expositivos do museu darão lugar aos preparativos para a 12ª Bienal do Mercosul, cuja abertura está prevista para o mês de abril.

O MARGS funciona de terças a domingos, das 10h às 19h, sempre com entrada gratuita. Visitas mediadas a grupos podem ser agendadas por e-mail.

Publicado por Patricia Canetti às 6:36 PM


Pinacoteca Barão de Santo Ângelo visita Museu Nacional de Belas Artes no MNBA, Rio de Janeiro

Na primeira vez que uma representação do rico acervo da Pinacoteca do Instituto de Artes da UFRGS é exposta fora do Rio Grande do Sul, a exposição Pinacoteca Barão de Santo Ângelo visita Museu Nacional de Belas Artes, será inaugurada dia 18 de fevereiro, terça-feira.

A mostra reúne oitenta e seis obras sobre papel — desenhos, aquarelas, gravuras e livros de artista — cobrindo uma linha do tempo que vai do século XIX até a atualidade, contando com peças de artistas nacionais e internacionais da Pinacoteca, uma das instituições culturais gaúchas mais importantes.

A curadoria da exposição “Pinacoteca Barão de Santo Ângelo visita Museu Nacional de Belas Artes” é dos professores Blanca Brites e Alfredo Nicolaiewsky e o evento integra as comemorações dos 85 Anos da Universidade Federal do RGS.

Para a mostra, os curadores agregaram as obras em quatro módulos, obedecendo basicamente a ordem cronológica, subdivididos em pequenos grupos por afinidades formais. O primeiro conjunto, “Tempo de constituição”, é formado prioritariamente por academias e desenhos de gessos, compreendendo temporalmente de 1866 aos anos 1920, com desenhos de Justina Kerner (1846–1941), Pedro Weingärtner (1853–1929) e Francisco Bellanca (1895–1974). O segundo modulo, “Tempo de afirmação”, concentra trabalhos da década de 1920 a 1940, com temáticas variadas entre figuras humanas, paisagens e naturezas-mortas, apresentando, dentre outros artistas, José Lutzenberger (1882–1951), Oscar Boeira (1883–1943) e Francis Pelichek (1896–1937).

Já o terceiro conjunto, intitulado “Tempo de constância”, exibe gravuras de artistas do Clube de Gravura, como Vasco Prado (1914–1998) e Danúbio Gonçalves (1925–2019) e também desenhos de João Fahrion (1898–1970), Alice Soares (1917–2005) e Paulo Peres (1935–2013) em um recorte que abarca dos anos 1940 ao final da década de 1970. “Tempo de continuidade”, o último segmento, avança até o início do século XXI, reunindo propostas diversificadas, dentre as quais podemos salientar as gravuras de Zoravia Bettiol (1935), Anico Herskovits (1948), Maria Lucia Cattani (1958–2015) Rafael Pagattini (1985), e os desenhos de Carlos Pasquetti (1948) e Mário Röhnelt (1950–2019). Todas as imagens cedidas pelo Setor Acervo da Pinacoteca Barão de Santo Ângelo do IA/UFRGS.

Publicado por Patricia Canetti às 5:58 PM


Kilian Glasner na Lume, São Paulo

Encontros Austrais reúne trabalhos que nasceram após uma expedição solitária, na qual o artista desbravou cinco países sul-americanos

O desejo de desbravar o continente sul-americano, de conhecer as Constelações Austrais, de se aventurar em uma viagem sozinho e de viver uma experiência de autoconhecimento levou o artista pernambucano Kilian Glasner a percorrer uma jornada de 20.000 km de carro, atravessando cinco países da América do Sul. Desta experiência, nasceram obras inéditas, exibidas a partir de 18 de fevereiro na exposição Encontros Austrais, na Galeria Lume.

O título da mostra alude aos encontros que Glasner teve no decorrer da aventura. Mesmo na condição de viajante solitário, ele se deparou com nativos, andarilhos, pessoas que lhe trouxeram inspiração, que apresentaram novas paisagens e modos de vida.

Com um diário de viagem e câmeras fotográficas, o artista passou 100 dias em expedição percorrendo Brasil, Argentina, Chile, Uruguai e Bolívia. “A ideia não era só fotografar, mas viver a experiência. Quando você passa um tempo sozinho, sem falar com ninguém, vê um mundo diferente, é um mergulho no autoconhecimento”, ele explica.

Glasner eternizou as paisagens por quais passou em mais de três mil fotografias. São registros de lugares diversos do continente, do Deserto do Atacama até Mato Grosso do Sul, transformados agora nos 20 desenhos e pinturas que compõem a mostra. Em alguns trabalhos, o artista traz elementos do hiper-realismo, enquanto em outros faz valer técnicas de pinturas mais soltas.

Já no fim da expedição, em Bonito, no Mato Grosso do Sul, Kilian conheceu o Buraco das Araras, uma enorme cratera em arenito, com cerca de 500 metros de circunferência e 100 metros de profundidade, que abriga uma população de mais de 200 araras. A intensa coloração dessas aves, que recebe luz direta do sol em contraponto ao obscurantismo da formação rochosa, trouxe ao artista uma conexão com as características de sua obra e, também, a sensação de liberdade e um desejo de contemplação. E é o que ele propõe aos visitantes com a instalação Voo (2020).

Kilian convida o público a adentrar uma espécie de câmara escura, um ambiente de contemplação, com trilha sonora produzida em parceria com músico e produtor musical Homero Basílio. Lá, estão as araras eternizadas em suas pinturas. “É um espaço que proporciona uma vivência de um ambiente fantástico, como se o visitante estivesse em uma história, um universo onírico”, conclui Glasner.

Sobre o artista

Kilian Glasner é natural de Recife, Pernambuco. Foi premiado no 39º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, em 1999. Tem graduação e mestrado na École Nationale Superieure des Beaux-Arts, em Paris, onde residiu de 2000 a 2007. Do período em que viveu na Europa destacam-se a residência artística na Academia Francesa de Artes em Roma, a Villa Médici, e mostras coletivas na França, Holanda e Itália.

Regressou à Recife em 2007 e, no ano seguinte, apresentou uma mostra individual na Galeria Mariana Moura. Em 2009 foi contemplado pelo edital Rumos Artes Visuais do Instituto Itaú Cultural e participou de exposições em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Branco e Brasília. No ano seguinte foi convidado pelo curador Antonio Pinto Ribeiro a apresentar a exposição O Brilhante Futuro da Cana-de-Açúcar, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Atualmente, Kilian Glasner é representado pela Galeria Lume.

Publicado por Patricia Canetti às 5:18 PM


Mariana Palma no Tomie Ohtake, São Paulo

Em 2011 o Instituto Tomie Ohtake realizou a coletiva Os 10 Primeiros Anos, com artistas cujas trajetórias notabilizaram-se a partir do ano 2000. A mostra com curadoria de Agnaldo Farias e Thiago Mesquita pretendia apontar recorrências, sintomas e inquietudes comuns aos artistas de destaque no panorama contemporâneo emergente à época. Entre os cerca de 50 participantes, estava a paulistana Mariana Palma (São Paulo, 1979), que retorna agora ao espaço com a exposição Lumina, sua primeira individual em uma instituição cultural na capital paulista.

A mostra retrospectiva Lumina, com curadoria de Priscyla Gomes, curadora associada do Instituto Tomie Ohtake, reúne cerca de 50 trabalhos que repassam os quase vinte anos de carreira da artista, fundamentada, sobretudo, na pintura e no desenho. Segundo a curadora, o conjunto de obras demonstra a recorrência com que a artista se refere à ideia de integração de partes e de superfícies que se tocam e atritam dando forma a um novo corpo. (ler texto curatorial)

Articulando composições ricas em texturas, quase sempre com cores intensas, a obra de Palma provoca a ilusão de sensações táteis, seduzindo o olho do espectador. Segundo a curadora, Lumina, que dá nome à mostra, se refere ao mito de Orfeu, sintetizado no instante em que ele fica cara a cara com Eurídice e a luz dos seus olhos emite um raio em sua direção. (Orfeu foi buscar a amada no mundo dos mortos e conseguiu libertá-la com a promessa de não olhar para trás, mas sucumbiu).

Na exposição, como uma série de atos, tal qual uma ópera adaptada, o visitante percorre diversos momentos do trabalho de Palma. “Explorando elementos provenientes da botânica, de estampas, organismos marítimos e fragmentos arquitetônicos, Palma aborda a interpenetração de corpos, destaca alternâncias entre instantes de tensão e expansão, e compõe infindáveis universos frutos da exploração de luz e sombra”, pondera Gomes.

O percurso pelo espaço expositivo inicia-se com uma série de aquarelas, pinturas e fotografias que corroboram com a mitologia dos amantes. Aos poucos, a narrativa traz, por intermédio de pinturas em grande formato, as idas e vindas dessa trajetória. Para a curadora, o encontro é materializado por uma instalação em que frutos de palmeiras, tal qual duas cascatas, vertem-se em uma bandeja de líquido viscoso. “Palma constrói por intermédio do jorro das plantas uma metáfora pujante do possível encontro desses corpos fatidicamente cindidos”.

Os demais atos exploram a atmosfera da busca de Orfeu por Eurídice, destaca a curadora. Obscuridade e renascimento são fios condutores da aproximação dos trabalhos. Segundo Gomes, esses dois polos explorados são determinantes à compreensão da multiplicidade do léxico da artista. “Embora a profusão de elementos, aliada à intensidade do uso da cor, salte aos olhos no primeiro fitar das obras de Palma, a sutileza e rigor com que a artista articula cada camada sucessiva de tinta desvela um processo lento e meticuloso somente evidente quando nos debruçamos sobre a superfície planar de suas pinturas”, conclui.

Publicado por Patricia Canetti às 4:08 PM


fevereiro 13, 2020

Canção Enigmática e a programação de fevereiro da Cinemateca do MAM, Rio de Janeiro

DOMINGO (16/02) | Canção Enigmática:

- No domingo (16/12), a Cinemateca promoverá sessões ligadas à mostra Canção Enigmática, em cartaz no MAM Rio, com curadoria do Chico Dub.

16h – Canção enigmática – ‘Wavelenght’, de Michael Snow. Estados Unidos e Canada, 1967. Experimental. 45’ + Brazil 84 de Phill Niblock. Estados Unidos e Canada, 1984. 77’. Exibições em Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 12 anos.

18h15 – Canção enigmática – ‘Blight’, de John Smith. Reino Unido, 1966. Experimental. 16’. + A construção do som de José Carlos Asbeg. Brasil, 1980. Documentário. 28’ + Fiorucci made me hardcore de Mark Leckey. Reino Unido, 1999. 15’. + Abalo de Chiara Banfi. Brasil, 2019. 30’. Exibições em Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 12 anos.

Mostra “O Mestre de Rimini” | curadoria José Quental:

As comemorações do centenário de nascimento de Federico Fellini seguem durante fevereiro, na Cinemateca do MAM Rio. Em complemento à exposição “O cérebro (e a caminhada) de Guido Anselmi”, apresentamos um pequeno e singular percurso pela filmografia de Fellini. Nesta retrospectiva, para além de obras incontornáveis de sua filmografia, destacamos alguns trabalhos em que Fellini foi roteirista e ator. Propomos algumas aproximações com outros cineastas que inspiram a obra felliniana – como Charles Chaplin – e/ou que se assemelham nas formas e metodologias de trabalho – como Alfred Hitchcock. Por último, buscamos apontar algumas pistas de como o cinema contemporâneo pode ter desenvolvido certas características marcantes do cinema felliniano, como a fantasia, a suspensão do real ou formas de trabalhar a memória. Dessa forma, oferecemos este sobrevoo à obra de um dos cineastas mais singulares do cinema mundial.

quinta (13/02):
14h30 – Fellini: eu sou um grande metiroso (Fellini: je suis um grand menteur), de Damian Pettigrew. França, Itália e Reino Unido, 2002. Documentário. 105’ Legendas em português. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa livre.

16h – E la nave va, de Federico Fellini. Itália, 1983. Com Freddie Jones, Barbara Jefford e Victor Poletti. 127’. Legendas em português. Exibição em Blu-Ray. Classificação indicativa 16 anos.

18h30 – Um Corpo que Cai (Vertigo), de Alfred Hitchcock. Estados Unidos, 1958. Com James Stewart e Kim Novak. 130’. Legendas em português. Exibição em Blu-Ray. Classificação indicativa 16 anos.

sexta (14/02) | último dia da mostra O Mestre de Rimini:
14h30 – Os Palhaços (Clowns), de Federico Fellini. Itália, França e Alemanha, 1970. 92’. Legendas em português. Exibição em Blu-Ray. Classificação indicativa. Livre.

16h – 2046: Os Segredos do Amor, de Wong Kar-wai. Hong Kong, China, França, Itália e Alemanha, 2006. Com Tony Chiu-Wai Leung, Ziyi Zhang e Faye Wong. 129’. Legendas em português. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 16 anos.

18h – 8 ½, de Federico Fellini. França e Itália, 1963. Com Marcello Mastroianni, Anouk Aimée, Claudia Cardinale. 140’. + Terry Giliam on Federico Fellini 8 1/2. Estados Unidos, 2001. Documentário. 8’. Legendas em português. Exibição em MP4 (H264). Classificação Indicativa: Livre

SÁBADO (15/02) | MOSTRA CARNAVAL (último dia):
15h – Lira do delírio, de Walter Lima Jr. Brasil, 1978. Com Anecy Rocha, Paulo César Pereio e Cláudio Marzo. 105’. Exibição em 35mm. Classificação indicativa 14 anos

17h – Amor carnaval e sonhos, de Paulo Cesar Saraceni. Brasil, 1972. Com Arduino Colassanti, Ana Maria Miranda, Leila Diniz, Hugo Carvana e Isabel Ribeiro. 80’. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 14 anos

Terça-feira (18/02) | pré-estreia do filme Rosa Vênus:
18h30 – Pré-estreia – Rosa Vênus, de Marcela Morê. Brasil, 2020. Documentário. 75’. Exibição em mov (H264). Classificação indicativa 12 anos. Site da diretora (https://www.marcelamore.com/)

Quarta e quinta (19 e 20/02) | sessões ligadas à Mostra Melhores Filmes do Ano

Em parceria com a Mostra Melhores Filmes do ano, organizada pela Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ), a Cinemateca do MAM Rio apresenta filmes para celebrar a memória de duas importantes mulheres do cinema, que nos deixaram em 2019: a atriz Ruth de Souza (1921 – 2019) e a diretora Agnès Varda (1928-2019).

quarta (19/02)
18h30 – Mostra Melhores filmes do ano – Homenagens – 'Filhas do vento', de Joel Zito Araujo. Brasil, 2004. Com Ruth de Souza, Léa Garcia, Taís Araújo e Maria Ceiça. 85’. Exibição em 35mm. Classificação indicativa 14 anos.

quinta (20/02)
18h30 – Mostra Melhores filmes do ano – Homenagens – 'As Praias de Agnès', Les plages d`Agnes, de Agnès Varda. França, 2008. Documentário. 110’. Legendas em português. Exibição em 35mm. Classificação indicativa 14 anos

Local:
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - Cinemateca MAM Rio
Auditório Cosme Alves Netto (entrada franca)
Av. Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo, Rio de Janeiro, RJ
21-3883-5600

Publicado por Patricia Canetti às 10:40 AM